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Comissão de Orçamento volta a adiar votação das contas de 2014 do governo

TCU, que analisou tecnicamente as contas da presidenta, recomendou pela rejeição

Brasil|Da Agência Brasil

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A CMO (Comissão Mista de Orçamento) do Congresso Nacional adiou, mais uma vez, a votação do parecer do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) pela aprovação, com ressalvas, das contas da presidente Dilma Rousseff de 2014.

Líderes de partidos da base governista tentaram um acordo com a oposição para a votação da matéria, mas a presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), convocou nova reunião para terça-feira (22).


Pela pauta, o primeiro item a ser votado na próxima reunião é o parecer sobre as contas da presidente. No entanto, pode haver manobras e ser alterada a ordem de votação das matérias na comissão, além de obstrução à aprovação do parecer por parlamentares da oposição. O TCU (Tribunal de Contas da União), que analisou tecnicamente as contas da presidenta, recomendou a rejeição.

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No plenário da Câmara dos Deputados, o vice-líder do governo, Silvio Costa (PTdoB-PE), criticou a abertura da ordem do dia [período de votações], que ocasionou o encerramento da reunião da CMO antes da votação das contas de Dilma. O deputado classificou de “manobra perversa” a abertura da ordem do dia. Pelo regimento da Câmara, quando se inicia a ordem do dia, encerram-se todos os trabalhos de comissões.

Rebatendo os argumentos de Costa, o vice-líder do PSDB, deputado Domingos Sávio (MG), disse que a CMO votou apenas duas MPs (Medidas Provisórias) porque não havia número suficiente de senadores para votações. Segundo Sávio, a oposição poderia impedir até a votação até das MPs, pedindo verificação do quórum de senadores — o mínimo é de seis.


Na reunião de hoje, os parlamentares aprovaram duas medidas provisórias, que tratam da abertura de créditos extraordinários: a MP 709, que abre crédito ao orçamento da União no valor de R$ 1,318 bilhão para vários ministérios, entre os quais os da Agricultura, da Defesa, do Esporte e do Turismo, e MP 710, que libera R$ 1,472 bilhão para as pastas da Integração Nacional, da Justiça, da Defesa, da Cultura, da Cultura e do Turismo. As MPs serão agora levadas a votação no plenário da Câmara.

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