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Cunha define ordem de votação de ausentes e alerta deputados que planejam voto para o final

Presidente da Câmara diz que ausente será chamado do próprio Estado após todos votarem

Brasil|Raphael Hakime, do R7, em Brasília

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Cunha disse que a prerrogativa de escolher a ordem é "da presidência" da Câmara
Cunha disse que a prerrogativa de escolher a ordem é "da presidência" da Câmara

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), informou que decidiu como será feita a chamada dos colegas ausentes no momento da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo (17).

Cunha disse que a prerrogativa de escolher a ordem é "da presidência" da Câmara e alertou os deputados que querem deixar para votar por último com o resultado decretado. 


— O chamado é um critério da Presidência. Se um deputado de um determinado Estado estiver ausente, a gente volta a chamar dentro do próprio Estado. Se alguém está procurando se ausentar para votar no fim, com o resultado, vai perder seu tempo.

Isso quer dizer que, quando um Estado é chamado a votar, todos os deputados daquela unidade da federação vota em ordem alfabética. Um deputado que estiver ausente dentro desse Estado será chamado novamente para ter a oportunidade de votar. Se não estiver presente, pode perder sua oportunidade.


Cunha também detalhou como será o seu voto.

— Vou votar no meu momento, na minha ordem natural, no Estado do Rio de Janeiro. Eu vou levantar, descer e vou votar como qualquer parlamentar.


O peemedebista disse ainda que "contra a presidente, houve 50 pedidos de impeachment". Por isso, ainda tem outros pedidos contra DIlma para serem analisados.

— 39 eu rejeitei. Um foi aceito e ainda tem 10 para serem despachados. Isso não é normal. É sinal de que há uma conjuntura desfavorável. Efetivamente, uma contestação, você advém de um processo político complicado, que vem desde a eleição. Na realidade, a eleição trouxe uma divisão muito grande para o País porque a forma como se obteve a vitória foi contestada.


Votação do impeachment movimenta Congresso e as ruas. Acompanhe

Para Cunha, "não houve a pacificação política do País e se continuou o embate e, ao mesmo tempo, houve a suposta prática do crime de responsabilidade, que vai ser depois julgada se houver autorização da Câmara dos Deputados".

— A partir daí, é um abismo que vai gerando outro. À medida em que você vai, para evitar o processo de impeachment, você vai chegando a esse estágio de feirão, de saldão, é uma coisa complicada.

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