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De saída da Fazenda, Joaquim Levy afirma que economia brasileira começa a dar sinais de melhora

Nelson Barbosa assumiu a pasta nesta segunda-feira (21)

Brasil|Bruno Lima, do R7, em Brasília

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Joaquim Levy trajetória - 800
Joaquim Levy trajetória - 800 Wilson Dias/05.01.2015/Agência Brasil

O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy afirmou nesta segunda-feira (21) que a economia brasileira começa a dar sinais de melhora. A declaração foi feita durante cerimônia de transmissão de cargo. Levy foi substituído por Nelson Barbosa, que deixou o ministério do Planejamento.

Levy disse que durante os 12 meses de sua gestão o País avançou no reequilíbrio das contas públicas e em reformas estruturais da economia. Ele ressaltou que foram estabelecidas ideias e práticas que estavam enfraquecidas ou foram abandonadas.


— A economia brasileira já começa a dar sinais de estabilização, ainda que excipiente, e não só no setor externo.

Segundo o ex-ministro pela primeira vez em vários meses as expectativas de inflação começaram a baixar em direção da meta de 4,5% do PIB até o quarto trimestre. Ele defendeu a reforma da Previdência Social e ressaltou as dificuldades encontradas pela economia com raízes na crise política.


— Esse tem sido um período de desafio para o cidadão comum, para o trabalhador, para a dona de casa e o estudante. Principalmente porque eles fizeram o esforço de compreender o tamanho da necessidade de o Brasil realinha a sua economia a começar pelos preços administrados.

Durante a cerimônia de posse no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff disse que não vai mudar os planos do governo na área econômica.


— A mudança na equipe econômica não altera nossos objetivos de curto prazo que são reestabelecer o equilíbrio fiscal, reduzir a inflação, eliminar a incerteza e retomar com urgência o crescimento.

Dilma também pediu empenho aos novos mandatários para criar novas bases para novas medidas e reformas de médio e longo prazo para a economia. A presidente disse que a taxa de crescimento foi afetada por fatores internos e externos, entre eles uma “crise política baseada no quanto pior, melhor”.

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