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Defesa de Maggi afirma que PGR usa prova velha em inquérito

Advogados apontam a utilização de nota promissória como prova que já havia sido usada anteriormente no processo arquivado por Toffoli

Brasil|Giuliana Saringer, do R7

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Maggi é acusado pela PGR
Maggi é acusado pela PGR

A defesa do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirma que vai entrar com recurso no STF (Supremo Tribunal Federal) para questionar a utilização de uma das provas em processo contra Maggi. 

Os advogados do ministro dizem que a PGR (Procuradoria-Geral da República) utilizou uma nota promissória como prova no inquérito que já havia sido usada anteriormente no processo arquivado pelo ministro Dias Toffoli. 


Maggi é acusado pela PGR de ter participado de suposto esquema de compra e venda de vagas no TCE (Tribunal de Contas do Estado) em 2009. 

Leia a nota enviada pela defesa do ministro:


"A defesa do ministro Blairo Maggi entra nessa semana com recurso no STF questionando a última denúncia feita Procuradoria Geral da República, que nos autos apresentou uma nota promissória como nova prova para abertura de inquérito. Depois de um minucioso trabalho de pesquisa, a defesa encontrou a mesma nota promissória à pagina 63 do anexo 51 do inquérito 86/2014, já arquivado pelo ministro Dias Tóffoli.

Os pedidos de arquivamento foram feitos pelo ex-PGR Rodrigo Janot em 2016, por ausência de indícios mínimos de que tenha ocorrido a pratica do crime que motivou a instauração das investigações.

Segundo Fabio Galindo, advogado de defesa, fica provado agora que o inquérito é uma interpretação nova de prova velha".

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