Defesa de sócios da Arxo nega pagamento de propina na BR Distribuidora
Empresa de Santa Catarina fabrica tanques de combustíveis e caminhões-tanque
Brasil|Da Agência Brasil
A defesa dos investigados da empresa Arxo, presos nesta quinta-feira (5) na nona fase da Operação Lava Jato, negou pagamento de propina para obter contratos com a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, conforme acusação do MPF (Ministério Público Federal). Com sede em Santa Catarina, a empresa fabrica tanques de combustíveis e caminhões-tanque.
Foram presos no município catarinense de Itajaí Gilson Pereira, sócio da empresa, e Sérgio Ambrósio, diretor financeiro. Outro sócio está em viagem aos Estados Unidos e deve se apresentar à Polícia Federal em Curitiba nesta sexta-feira (6).
De acordo com o advogado Charles Zimmermann, não houve pagamento de propina nos 12 anos em que a Arxo tem contratos com a Petrobras.
— Lamentamos as prisões temporárias. Se tivéssemos sido chamados, colaboraríamos com a polícia, sem nenhum problema. Estamos esclarecendo e vamos resolver isso nas próximas horas.
Na manhã desta quinta-feira, cerca de 200 agentes federais e servidores da Receita Federal cumpriram 62 mandados judiciais em São Paulo, Santa Catarina, no Rio de Janeiro e na Bahia. Ao todo, foram 18 mandados de condução coercitiva, um de prisão preventiva, três de prisão temporária e 40 de busca e apreensão.















