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Dez anos após desonerar setor, governo eleva tributação sobre computadores e notebooks

Medida também vai encarecer tablets, smartphones, modens e roteadores

Brasil|Do R7

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Receita pretende arrecadar R$ 6,7 bilhões com a elevação de impostos sobre computadores, tablets e smartphones
Receita pretende arrecadar R$ 6,7 bilhões com a elevação de impostos sobre computadores, tablets e smartphones

A Receita Federal informou nesta terça-feira (1°) que pretende arrecadar R$ 6,7 bilhões em 2016 com o fim do Programa de Inclusão Digital criado em 2005 e que visava baratear a compra de equipamentos eletrônicos, principalmente computadores, ao zerar a tributação sobre a venda deles no varejo.

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O fim da desoneração do PIS/Cofins nos produtos da indústria da informática tem como objetivo reforçar o caixa do governo que prevê déficit de R$ 30,5 bilhões no Orçamento do ano que vem. O governo também vai ampliar os impostos das bebidas quentes.

Segundo o coordenador de tributos da Receita, João Hamilton Rech, dependendo do porte do fabricante, a incidência de imposto será ou de 9,25% ou de 3,65%. Para a Receita, não há mais razões para que os tributos permaneçam zerados, pois os preços já foram reduzidos e a compra de produtos piratas já não é mais expressiva.


A medida faz parte de uma série de medidas anunciadas nesta segunda-feira (31) pela equipe econômica do governo e detalhadas por meio da publicação de uma edição extra do Diário Oficial da União. O objetivo das mudanças é aumentar as receitas do governo. O Orçamento deste ano, apresentado nesta segunda ao Congresso Nacional, prevê um déficit, ou seja, um resultado negativo, de R$ 30,5 bilhões.

Além do aumento de impostos para eletroeletrônicos, o governo também anunciou elevação de tributos para vinhos, cachaça e uísque

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