Eleitos nas capitais fecham campanhas com saldo negativo de R$ 35,5 milhões
Em São Paulo, Haddad gastou R$ 26 milhões a mais do que arrecadou
Brasil|Do R7
Sete prefeitos eleitos nas capitais tiveram problemas para fechar as contas de campanha. Os valores variam entre R$ 0,60 a R$ 26 milhões. O maior prejuízo foi acumulado pelo petista Fernando Haddad, que a partir de janeiro de 2013 assumirá a Prefeitura de São Paulo.
Haddad angariou R$ 42 milhões em receitas, mas computou gastos que passaram de R$ 67 milhões. O saldo negativo do petista foi de R$ 25.903.965,00. O diretório nacional do PT já anunciou que assumirá a dívida.
O segundo mais endividado entre os prefeitos recém-eleitos é Márcio Lacerda (PSB), vencedor da disputa em Belo Horizonte. O mineiro gastou R$ 6.630.545,86 a mais do que arrecadou durante a campanha.
Além deles, fecharam as eleições no vermelho Mauro Mendes (PSB/Cuiabá), Cesar Souza Júnior (PSD/Florianópolis), Luciano Cartazo (PT/João Pessoa), Rui Palmeira (PSDB/Maceió) e Luciano Rezende (PPS/Vitória).
A situação de Rezende é curiosa. Ao contrário dos colegas, que adquiriram dividas milionárias, o capixaba encerra a disputa devendo somente R$ 0,60 centavos para a Justiça Eleitoral.
Estamos quites
Outros sete candidatos conseguiram gastar exatamente aquilo que arrecadaram durante sua campanha. O carioca Eduardo Paes (PMDB), reeleito para comandar o Rio de Janeiro por mais quatro anos, informou à Justiça que sua campanha custou os mesmos R$ 21.208.741,10 que conseguiu juntar com seus financiadores.
Os demais candidatos que saíram zerados da disputa foram Zenaldo Coutinho (PSDB/Belém), Alcides Bernal (PP/Campo Grande), Clécio Vieira (PSOL/Macapá), José Fortunati (PDT/Porto Alegre), Marcus Alexandre (PT/Rio Branco) e Edivaldo Holanda JR. (PTC/São Luís).















