Brasil Especialista dá dicas para se dar bem e faturar prêmio da Mega-Sena

Especialista dá dicas para se dar bem e faturar prêmio da Mega-Sena

Matemático e dono de lotérica já ganhou mais de 40 vezes na quina e na quadra da loteria

Especialista dá dicas para se dar bem e faturar prêmio da Mega-Sena

Acertar os números da Mega-Sena é o sonho de dez em cada dez trabalhadores brasileiros. Para ajudar nessa tarefa, o R7 procurou o matemático e dono de casa lotérica Munir W. Niss, o Munir Pé Quente, para reunir dicas que possam facilitar o caminho do apostador até a bolada.

O matemático jamais cravou a sena, porém já faturou mais de 40 prêmio da quina e da quadra em apostas individuais e em grupos.

Veja abaixo os truques de Munir para faturar o prêmio da loteria:

* O cartão da Mega-Sena vai de 01 a 60. Evite apostar em números seguidos, do tipo 01, 02, 03, 04, 05 e 06 ; 10, 11, 12, 13, 14 e 15 ou 45, 55, 56, 57, 58, 59 e 60. “A chance de uma sequência dessas ser sorteada é quase nula. Apesar disso, muita gente joga. De 01 a 06, por exemplo, é uma das senhas e marcas mais usadas no Brasil e no mundo. Então, se acontecer de ser sorteada – possibilidade, repito, quase inexistente - muita gente vai levar junto”, explica o matemático.

* Pelos mesmos motivos, caia fora das apostas com todas as dezenas terminadas com o mesmo número (10, 20, 30, 40, 50, 60 ;  09, 19, 29, 39, 49, 59 e assim por diante). “Estudo essas combinações há anos. Jamais vi sair uma dessas e nem seis números em sequência. Isso é mais mania da turma de apostar, mas a chance é quase inexistente”, lembra Munir. Em tempo: a aposta premiada do paulistano sortudo, de Santa Bárbara D'Oeste, há dois pares de dezenas terminados com o mesmo número: 04 - 14 e 05 – 45.

* O cartão da Mega-Sena tem cinco números dobrados: 11, 22, 33, 44 e 55. Pé Quente aconselha que se escolham, no máximo, dois por aposta. “Na suprema maioria dos casos em que eles aparecem, apenas um desses cinco números está entre os seis sorteados”, diz ele.

* Procure equilibrar a escolha entre números pares e ímpares. Em um sorteio de seis números, o mais acontece é a divisão de três para cada lado — caso, a propósito, a aposta vencedora do sortudo de Santa Bárbara do Oeste. Apostas com quatro pares e dois ímpares ou o contrário também são boas. Além disso, a chance diminui. Se a aposta for de sete números, marque um quatro a três para um dos lados. Estatisticamente, o três a três é a combinação mais sorteada.

* Pé Quente ensina uma boa forma de escolher os números. Pegue o cartão com 60 números e faça uma cruz imaginária dividindo-o em quatro partes.  Dê um risco horizontal, até embaixo, entre a linha do 05 e a do 06. Depois, faça outro risco, agora horizontal, separando a linha do 21 ao 30 da seguinte, que vai de 31 a 40. Você terá um cartão dividido em quatro partes, cada uma com 15 números. No caso de apostas com seis dezenas, marque um número em cada um desses quadros e, em seguida, coloque o segundo número em dois deles, à sua escolha. Se o cartão tiver sete ou mais apostas (o máximo são 15, que custam R$ 10 mil e dez reais – isso mesmo: um bom carrinho usado), distribua de forma equilibrada por esses quatro quadros. Um exemplo: uma aposta de oito dezenas permite colocar duas delas em cada “quadrado” de 15 números.

* Para quem quer (e pode) gastar mais um pouco na fezinha, Pé Quente aconselha o cartão com oito apostas. A menor, com seis dezenas, custa R$ 2, e oferece ao apostador uma em 50,06 milhões de chances de ganhar na Mega-Sena. É realmente para iluminados. A maior, com 15, sai por R$ 10,01 mil, e as chances aumentam consideravelmente: vão para uma a cada 10 mil. O matemático aconselha a turma a usar os cartões de oito apostas em individuais e mesmo nos bolões. Cada um com oito dezenas custa R$ 56, e a chance de ganhar, neste caso, é de uma a cada 1,78 milhão. “O com oito é a melhor opção se pensarmos na relação entre custo e benefício. Não exige um dinheiro absurdo, aumenta consideravelmente as chances de ganho e dá a oportunidade de o apostador ou o grupo fazer mais de uma tentativa”, defende Munir.    

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