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Ex-diretor da Petrobras nega organização criminosa na estatal

Paulo Roberto da Costa critica a cobertura da imprensa sobre o caso 

Brasil|Do R7

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Paulo Roberto Costa foi preso em março na Operação Lava-Jato
Paulo Roberto Costa foi preso em março na Operação Lava-Jato

Ao abrir seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades na Petrobras nesta terça-feira (10), o ex-diretor de Abastecimento da empresa Paulo Roberto da Costa criticou a imprensa, que, segundo ele, publicou fatos irreais, sem lhe conceder o direito de defesa nos 59 dias em que esteve preso.

Disse também que a petrolífera brasileira é uma empresa séria e competente:


— Fiquei esse tempo recluso e muita coisa foi dita de forma antiética. Repudio com veemência a acusação de que a Petrobras é dominada por organização criminosa. A Petrobras não é nada disso que está se falando. É uma empresa séria e competente — afirmou.

Segundo Costa, "as informações sem fundamento, colocaram uma pedra" em cima de sua carreira.


— A imprensa publicou dados sem fundamento. Isso pôs uma pedra em cima da minha carreira. Virei diretor depois de 27 anos de casa. Não caí de para-quedas. Conseguiram neste tempo colocar minha figura e a da minha família numa posição delicada. Trinta e cinco anos não se jogam na lata do lixo como jogaram. Tenho família e nome a zelar - ressaltou.

O ex-diretor da estatal foi preso em março pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato, que investigou esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Em sua exposição inicial, Paulo Roberto Costa não se manifestou sobre seu suposto envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, também preso pela PF.


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