Brasil Governo e líderes religiosos iniciam projeto de Segurança Pública

Governo e líderes religiosos iniciam projeto de Segurança Pública

Objetivo do programa é atuar na reeducação moral e religiosa, capacitação em direitos humanos nas instituições e nas comunidades brasileiras

Bispo Eduardo Guilherme com ministro da Segurança Pública, Raul Jugmann

Bispo Eduardo Guilherme com ministro da Segurança Pública, Raul Jugmann

Regina Duvirgem

O ministro da Segurança Pública, Raul Jugmann, se reuniu nesta segunda-feira (30) com lideranças religiosas do país para iniciar um projeto de mobilização que tem como objetivo acabar com a violência no Brasil.

O projeto pretende criar uma parceria entre governo e igrejas evangélicas, católicas, espíritas e de matrizes africana, além de associações que realizam trabalhos sociais em comunidades e espaços públicos.

Entre os participantes do projeto está a Igreja Universal do Reino de Deus. Representando a igreja no encontro, o bispo Eduardo Guilherme, responsável pelo programa social UNP (Universal nos Presídios), colocou o trabalho do programa à disposição do governo federal.

“Um dia, essas pessoas sairão do sistema prisional. Mas sairão como? Recuperadas ou ainda piores? Este é o trabalho que a Igreja Universal vem colocar à disposição do governo. Apenas em 2017, foram mais de 7 mil detentos ressocializados por nós”, disse o bispo Eduardo.

Bispo Eduardo, da UNP, participou de reunião

Bispo Eduardo, da UNP, participou de reunião

Regina Duvirgem

Segundo o Ministério da Segurança Pública, o projeto deve atingir diversos profissionais da segurança pública e pessoas diretamente ligada à questão, como policiais civis e militares, agentes penitenciários e guardas municipais, além da população carcerária, familiares e vítimas de violência no Brasil.

Ainda de acordo com a pasta, a parceria entre governo e instituições religiosas deve focar na busca por melhoria na qualidade do serviço prestado durante as atividades policiais.

O projeto deve atuar na prevenção primária de crimes por meio da reeducação moral e religiosa, capacitação em direitos humanos nas instituições e nas comunidades, apoio à saúde mental e emocional dos profissionais de segurança pública e ressocialização de presos.

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