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Minha Casa, Minha Vida terá campanha para diminuir inadimplência, diz ministro

São 25% das pessoas participantes do programa que estão inadimplentes até o momento

Brasil|Da Agência Brasil

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Ministro afirma que sociedade brasileira precisa entender que pessoas precisam se conscientizar de que não terão a escritura da casa se forem inadimplentes
Ministro afirma que sociedade brasileira precisa entender que pessoas precisam se conscientizar de que não terão a escritura da casa se forem inadimplentes

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, disse nesta quinta-feira (6), após participar de encontro na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que lançará uma campanha para combater a inadimplência da faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida, que está em 25%.

— É algo injustificável, porque a sociedade brasileira aporta 90% do valor do imóvel e cabe ao beneficiado pagar só 10% do pagamento por dez anos. As pessoas precisam ser conscientizadas de que se não pagarem e não cumprirem com seus compromissos não terão a escritura. 


Segundo ele, o governo assinará uma medida provisória que institui o Cartão Reforma, com previsão de subsídio de até R$ 500 milhões para o ano de 2017.

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— O cartão pode ter um atendimento médio em torno de R$ 5 mil reais, com 15% dos recursos sendo aplicados para contratar profissionais técnicos, engenheiros, arquitetos para auxiliar na reforma de áreas adensadas.

Para fornecer esse cartão, os técnicos irão visitar as casas e ouvir as proprietárias que podem decidir o tipo de serviço prioritário.


O ministro falou ainda que o Minha Casa, Minha Vida Entidades, que representa 2% do programa, continua existindo, porém, todo o orçamento de 2016 já foi consumido. O Orçamento de 2017 está tramitando no Congresso Nacional e já tem viabilizadas 35 mil unidades para entidades rurais e 35 mil para unidades urbanas.

— Sancionado o Orçamento já começamos a fazer novas contratações para 2017 em cima desse volume de recursos, que é maior do que 2016 e 2015, o que já é um grande avanço, dadas as dificuldades econômicas do país. 

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