Ministra Maria do Rosário lamenta morte de líder do MST
Caso está sendo investigado pela polícia
Brasil|Do R7
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Maria do Rosário, divulgou na uma nota lamentando a morte do líder do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), Cícero Guedes dos Santos, em Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio de Janeiro. Ele foi morto a tiros na madrugada deste sábado (26).
A ministra entrou em contato com a esposa de Cícero, Maria Luciene, e prestou seus sentimentos. Falando em nome do governo brasileiro, Rosário disse que Cícero "merece a gratidão do País por dedicar sua vida à causa da reforma agrária e da justiça social".
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"A situação de disputa fundiária na região entre Campos dos Goytacazes e São João da Barra tem sido agravada pela morosidade na tramitação de processos judiciais que envolvem imóveis considerados improdutivos e, portanto, passíveis de desapropriação para a reforma agrária. O caso específico da ocupação liderada por Cícero é bastante ilustrativo: o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária havia determinado, há 14 anos, a desapropriação das fazendas que compõem a Usina Cambahyba. Mas só em agosto de 2012 a Justiça autorizou que a autarquia federal desse prosseguimento à desapropriação dos imóveis", afirmou a ministra na nota.
Como presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, a ministra indicou Wadih Damous, da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil), para acompanhar as investigações no local. O líder do MST morava desde 2002 no assentamento Zumbi dos Palmares e deixou, além da esposa, cinco filhos. O caso está sendo investigado pela 134ª DP.















