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Miro Teixeira diz que convidará Marta Suplicy para conhecer a Rede Sustentabilidade

Senadora está em atrito com seu partido, o PT, e sinaliza que pode deixar a legenda

Brasil|Estadão Conteúdo

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Marta Suplicy fez duras críticas ao governo Dilma e ao PT
Marta Suplicy fez duras críticas ao governo Dilma e ao PT

O deputado federal Miro Teixeira (PROS-RJ), um dos articuladores políticos da Rede Sustentabilidade, projeto de partido ligado à ex-senadora Marina Silva (PSB), disse que pretende convidar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) para acompanhar uma reunião do grupo.

— Diante do que ela está passando, terei muito prazer em convidá-la para assistir a uma de nossas reuniões amplas.


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Miro disse gostar de Marta e afirmou que ela "tem uma projeção política muito relevante". Apesar de conhecer há anos a senadora ele disse que o convite seria uma boa oportunidade para Marta conhecer a Rede e entender seus processos, que afirma serem diferentes daqueles adotados por partidos convencionais.


— Nossas decisões colegiadas, nossos ideais são encantadores. Seria uma oportunidade para ela nos conhecer melhor.

O deputado ressaltou que, na Rede, não se tem o hábito de convidar alguém para integrar o partido, já que as decisões são colegiadas.


Pessoas próximas a Marta e a Marina Silva disseram que, até o momento, não houve um contato direto para que a senadora integre a Rede. Depois de não ter conseguido se formalizar junto à Justiça Eleitoral a tempo das eleições de 2014, a Rede vem acelerando o processo de coleta de assinaturas e quer se legalizar ainda no primeiro trimestre deste ano. Mas o projeto de Marina ainda precisa provar que conseguirá se viabilizar politicamente para as eleições de 2016, principal objetivo hoje de Marta.

Marta fez duras críticas ao PT e a avaliação é de que não ficará na legenda. Desde então, ela tem sido procurada por partidos, como o Solidariedade, de Paulinho da Força, e o PSB. Mas a troca de legenda para concorrer à prefeitura paulistana pode ser enquadrada como infidelidade partidária e Marta correria o risco de perder o mandato como senadora, que vai até 2018.


Fontes ligadas às duas disseram à reportagem que a possibilidade de Marta se unir a Marina não causa estranheza.

— Elas foram ministras juntas [no governo Lula] e sempre mantiveram uma relação de cordialidade. Seria uma forma de ela ir para algo novo. Não dá para dizer que é uma coisa que não faria sentido.

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