Novo ministro do Planejamento aposta em retomada rápida do crescimento econômico
Nelson Barbosa afirmou, no entanto, que primeiro momento será de “correções”
Brasil|Do R7, em Brasília

Momentos antes de tomar posse como ministro do Planejamento no segundo governo de Dilma Rousseff, Nelson Barbosa afirmou, nesta quinta-feira (1º), que a economia brasileira tem capacidade para uma rápida recuperação. De acordo com o novo ministro, a retomada do crescimento se dará por meio da estabilidade e por isso, os primeiros meses de governo serão momentos de realizar correções.
— Espero a retomada do processo de crescimento com redução de desigualdade, uma recuperação rápida da economia brasileira, que sempre mostrou uma capacidade muito rápida e versátil às mudanças de contexto econômico, tanto nacional quanto internacional. Passada essa fase inicial de correções, acho que a economia brasileira vai responder rapidamente como sempre respondeu.
As declarações foram feitas no Palácio do Planalto, enquanto os novos ministros aguardavam a chegada da presidente reeleita Dilma Rousseff, que dará posse ao escolhidos para compor o primeiro escalão em seu segundo mandato.
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Barbosa foi anunciado como ministro do Planejamento no fim do mês de novembro, junto com o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. A equipe econômica foi a primeira a ser anunciada por Dilma, justamente para que as medidas necessárias para a recuperação da economia fossem prontamente colocadas em prática.
Sobre as novas medidas, o novo ministro do Planejamento cita as de controle fiscal e da inflação como as fundamentais para garantir o crescimento da economia brasileira.
— Já foram adotadas algumas medidas para recuperar rapidamente o resultado fiscal do governo e controlar a inflação, que vão viabilizar a recuperação mais rápida do crescimento da economia, que é parte indispensável do progresso social, da inclusão social, da geração de igualdade.
Posse
Além de Barbosa, outros 23 novos ministros vão assumir seus cargos oficialmente nesta quinta-feira. Outros 15 nomes vão permanecer nos cargos e serão confirmados ministros durante o segundo mandato de Dilma. Esse é o caso de José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Manoel Dias (Trabalho) e Ideli Salvatti (Direitos Humanos).
No total, 39 ministérios vão compor o governo Dilma no segundo mandato, mesmo número de pastas do primeiro governo.















