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Planejamento tem instrumentos para a retomada do crescimento, diz novo ministro

Valdir Simão prometeu trabalhar para resgatar equilíbrio fiscal e retomada da economia

Brasil|Do R7

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Valdir Simão disse que Brasil já passou por crises econômicas semelhantes, mas tem "plena capacidade de reverter esse quadro"
Valdir Simão disse que Brasil já passou por crises econômicas semelhantes, mas tem "plena capacidade de reverter esse quadro"

O novo ministro do Planejamento, Valdir Simão, em discurso de transmissão de cargo nesta terça-feira (22) reconheceu que a economia brasileira passa hoje por uma momento crítico com forte desaceleração da atividade econômica que gera apreensão na população.

— Já tivemos em situação semelhante outras vezes e temos plena capacidade de reverter esse quadro.


Simão prometeu trabalhar "incessantemente" para resgatar o equilíbrio fiscal e a retomada do crescimento da economia. Ele disse que o Planejamento tem diversos instrumentos para contribuir para isso.

— Vamos trabalhar em conjunto com a Fazenda demais ministérios e o Poder Legislativo para recuperar o resultado fiscal, estabilizar a trajetória da dívida e manter a confiança na economia brasileira.


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Ele disse que é preciso começar o ano com maior previsibilidade fiscal, depois da sanção das leis orçamentárias.


— Ainda existem matérias a serem aprovadas, em especial na área tributária, essenciais para enfrentar a queda da arrecadação.

Mesmo com uma nova composição, o ministro disse que a nova equipe econômica continuará trabalhando em conjunto como um time. Ele enfatizou que o Brasil tem marcantes avanços registrados nos últimos anos, como a consolidação da democracia e redução das desigualdades sociais.


Investimentos

O novo ministro avalia ainda que sua pasta continuará a ter papel central na coordenação dos projetos de investimento do governo federal. Segundo ele, as concessões nos setores de logística são imprescindíveis para a participação privada na oferta de infraestrutura.

O ministro informou que o desafio agora é o reequilíbrio fiscal de médio e longo prazos.

— Em 2015 e 2016, já apresentamos um cenário de gastos discricionários bastante restritivo e ajustado à realidade fiscal. Agora os novos desafios são o reequilíbrio fiscal de médio e longo prazos. O PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] continuará essencial.

Para ele, é preciso manter o processo de contínuo de aperfeiçoamento dos programas.

— A qualidade do gasto tem que deixar de ser mera expressão, aliás bastante desgastada, para se tornar uma obsessão.

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