Operação Lava Jato
Brasil Procurador da República é detido e Janot determina exoneração do cargo

Procurador da República é detido e Janot determina exoneração do cargo

Ângelo Goulart Villela é suspeito de vazar informações de operação Greenfield

Procurador da República é detido e Janot determina exoneração do cargo

Carros da PF estavam no prédio do TSE desde o início da manhã

Carros da PF estavam no prédio do TSE desde o início da manhã

Eduardo Enomoto/Arquivo R7

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, que teve o mandado de prisão decretado por ordem do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi detido suspeito de vazar informações da operação Greenfield para integrantes da cúpula do grupo JBF.

Nesta manhã, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou uma mensagens aos procuradores do MPF (Ministério Público Federal) em que confirma ter pedido ao ministro Edson Fachin a prisão preventiva de Vilela, assim como a do advogado Willer Tomaz.

“As prisões preventivas foram por mim pedidas com o objetivo de interromper suas atividades ilícitas”, justifica-se Janot na mensagem. Segundo o procurador-geral, os pedidos de prisões de Vilela e de Tomaz estão “embasados em robusta documentação, coletada por meio de ação controlada”.

Além da prisão de Vilela, Janot determinou sua imediata exoneração da função de assessor da Procuradoria-Geral Eleitoral junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e revogou a participação do procurador na força-tarefa do caso Greenfield, que apura suspeitas de irregularidades em quatro dos maiores fundos de pensão do país.

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