São Paulo é o único Estado do Brasil sem órgão exclusivo de políticas públicas para mulheres, diz IBGE
Estado concentra maior quantidade de presídios exclusivamente femininos
Brasil|Do R7
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que, das 27 unidades da Federação, apenas São Paulo não tinha uma secretaria ou setor responsável pela gestão da política de gênero em 2012.
Intitulada Estadic (Pesquisa de Informações Básicas Estaduais), a pesquisa aponta que nove Unidades da Federação tinham uma secretaria exclusiva para o tema (AC, AM, MA, SE, PE, BA, RS, SC e DF). Dez delas tinham um setor subordinado a outra política.
Porém, das 26 unidades da Federação que tinham órgão de gestão da política de gênero, somente dez (AM, PA, AP, MA, RN, PE, SE, BA, MG e GO) tinham um Plano Estadual de Políticas para as Mulheres.
Ainda de acordo com a pesquisa, entre as estruturas de atendimento exclusivo para mulheres, 15 unidades da Federação tinham casas-abrigo para mulheres em situação de violência, mantidos exclusivamente pelo Estado. Já os centros de referência de atendimento exclusivo para mulheres estavam presentes em 13 Estados.
Segurança
Todas as unidades da Federação tinham delegacias de polícia especializadas no atendimento à mulher. O maior número se concentrava em São Paulo, que tinha 121 delegacias. As unidades da Federação com a menor quantidade desse serviço eram Rondônia, Roraima e o Distrito federal, com apenas uma unidade cada uma.
São Paulo também concentrava a maior quantidade de presídios exclusivamente femininos, com 17 unidades. Na sequencia, vinha o Mato Grosso do Sul, com 13 presídios, e Minas Gerais, com sete.















