Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

Secretaria nega ter dado privilégio a mulher de Esteves

Banqueiro recebeu visita da esposa no presídio Bangu 8, no Rio de Janeiro

Brasil|Do R7

  • Google News
Esteves foi preso na última quarta-feira sob suspeita de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato
Esteves foi preso na última quarta-feira sob suspeita de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato

A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio nega que a mulher do banqueiro André Esteves, Lilian, tenha sido beneficiada ao visitar o marido no presídio Bangu 8, neste sábado (28). Lilian chegou a ganhar uma autorização do secretário estadual de Administração Penitenciária, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, para ver o marido. No entanto, segundo informou a secretaria, ela não precisou lançar mão do recurso para entrar no presídio, uma vez que também dera entrada na carteirinha necessária aos parentes de qualquer preso, e este documento ficou pronto hoje.

Não há, ainda conforme a informação oficial, um prazo fixo para emissão do documento — ele pode sair rapidamente, como aconteceu com a mulher de André Esteves, ou levar vários dias. A agilidade depende da entrega dos documentos corretos para a liberação da carteirinha, divulgou o órgão. Na sexta-feira (27), a secretaria havia informado que Lilian pedira uma audiência com o secretário e que, durante o encontro, Costa Filho lhe concedeu uma liberação para a visita.


"Foi concedida a ela uma autorização para visitar o preso uma vez que todo interno tem direitos à visita, porém a mesma necessita de carteirinha para outras visitações. Cabe ressaltar que tal procedimento é concedido para qualquer pessoa que solicite audiência com o secretário de Administração Penitenciária", dizia nota enviada à imprensa na sexta-feira.

Leia mais notícias de Brasil

André e Lilian estão juntos desde a época de faculdade (ambos são matemáticos) e tem três filhos. Ele está desde quinta-feira (26) sozinho em uma cela do presídio Bangu 8, unidade reservada para presos com curso superior. O sócio do banco BTG Pactual foi preso quarta-feira sob suspeita de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Nesta sexta-feira, quando Esteves foi visitado por seu advogado, a informação era de que não receberia mais ninguém, uma vez que sua prisão é temporária e expira domingo.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.