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Senadores saem antes do resultado e opositores fazem comemoração tímida após impeachment

Após pouco mais de 20 horas de sessão, processo contra Dilma Rousseff foi aceito

Brasil|Mariana Londres, do R7, em Brasília

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Sessão que aceitou pedido de impeachment durou mais de 20 horas
Sessão que aceitou pedido de impeachment durou mais de 20 horas

As senadores da tropa de choque da presidente Dilma Rousseff no Senado, Gleisi Hoffmann (PT-PR), Vanessa Graziottin (PCdoB-AM) e Fátima Bezerra (PT-BA) saíram pela lateral do plenário, sem falar com a imprensa, assim que o resultado da votação apareceu no placar eletrônico, mostrando os 55 votos favoráveis ao afastamento de Dilma e os 22 votos contrários.

A comemoração dos favoráveis ao impeachment foi tímida, muito diferente do que foi visto na Câmara dos Deputados. Os poucos aplausos partiram de deputados que acompanhavam a sessão no plenário.


O único que ficou até o final e não se furtou de falar à imprensa foi o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), grande defensor do impeachment do presidente Collor quando era líder estudantil em 1992 e agora defensor da presidente Dilma e da tese de golpe. Ele abraçou o Advogado-Geral da União, José Eduardo Cardozo após a votação.

O Senado Federal aprovou, por volta das 6h40 desta quinta-feira (12), a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff em sessão que durou mais de 20 horas. A partir de hoje, Dilma será afastada por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume provisoriamente o lugar dela.


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No começo desta manhã, o plenário do Senado estava lotado. Setenta e sete senadores votaram. O presidente da Casa, Renan Calheiros, não votou e houve duas ausências.

A petista deve ser notificada por volta das 10h sobre a decisão dos parlamentares, quando fará um pronunciamento no Palácio do Planalto. Por volta das 11h, será a vez de Temer ser notificado e assume o cargo, sem cerimônia de posse.

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