Brasil Solidariedade protesta contra prisão do líder da greve da PM na Bahia

Solidariedade protesta contra prisão do líder da greve da PM na Bahia

Partido compara detenção de Marco Prisco com regime de ditadura

  • Brasil | Do R7, em Brasília

SDD compara prisão de Prisco a ações de um regime de ditadura

SDD compara prisão de Prisco a ações de um regime de ditadura

Reprodução/Facebook

O Solidariedade (SDD) afirmou, nesta segunda-feira (21), que a prisão do líder da greve da Polícia Militar na Bahia, Marco Prisco, remete à atitudes de governo ditatorial que “em vez de dialogar com seus opositores manda-os para a cadeia”.

Em nota, assinada pelo presidente nacional do SDD, Paulo Pereira da Silva, o partido qualifica de “absurda e arbitrária” a prisão de Prisco e pressiona o STF (Supremo Tribunal Federal), pedindo que a justiça seja feita.

O Solidariedade espera que o STF, que analisará pedido de habeas corpus para o líder sindical e vereador, cumpra com seu dever e faça justiça, corrigindo imediatamente esse ato ditatorial e perverso, indigno de um regime democrático.

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Prisco foi preso na última sexta-feira (18), em um resort na Costa do Sauipe, no Litoral Norte da Bahia. No mesmo dia, ele foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

De acordo com informações do presídio, ele está em uma área federal da Papuda – que não é uma penitenciária de segurança máxima, como menciona a nota de protesto do SDD.

Prisco é vereador pelo PSDB e coordenador-geral da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia). Ele é acusado de diversos crimes, a maioria deles contra a segurança nacional, praticados durante a greve da categoria realizada em 2012.

Leia a íntegra da nota do SDD:

O Solidariedade, partido político criado em 2013, repudia incondicionalmente a absurda e arbitrária prisão do líder da greve da Polícia Militar da Bahia, vereador Marco Prisco, num presídio de segurança máxima em Brasília, onde estão criminosos de alta periculosidade.

A prisão de um líder sindical e vereador e seu encaminhamento para um estabelecimento de segurança máxima lembra atitudes de governo ditatorial, que em vez de dialogar com seus opositores manda-os para a cadeia.

O Solidariedade espera que o Supremo Tribunal Federal — STF, que analisará pedido de habeas corpus para o líder sindical e vereador, cumpra com seu dever e faça justiça, corrigindo imediatamente esse ato ditatorial e perverso, indigno de um regime democrático.

São Paulo, 21 de abril de 2014


Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força
Deputado federal e presidente nacional do Solidariedade

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