Brasil Tritão: Justiça Federal pede prisão preventiva de investigados

Tritão: Justiça Federal pede prisão preventiva de investigados

José Alex Botelho de Oliva, ex-presidente da Codesp, empresa que administra o Porto de Santos, e mais seis são investigados por fraudes e corrupção

Operação Tritão: juiz pede preventiva de investigados

Justiça investiga fraudes em contratos da Codesp

Justiça investiga fraudes em contratos da Codesp

Luiz Fernando Menezes/AE - 30. 07.2010

O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, titular da 5ª Vara Federal de Santos, decretou a prisão preventiva do presidente afastado da Companhia Docas do Estado de São Paulo, José Alex Botelho de Oliva, empresa que administra o Porto de Santos, e de mais seis investigados na Operação Tritão.

Oliva e os demais investigados estavam presos temporariamente desde 31 de outubro, quando houve a deflagração da Operação Tritão, um trabalho conjunto do MPF, PF, CGU, TCU e Receita Federal, que investiga fraudes, corrupção e outros crimes em contratos da Codesp, empresa que administra o Porto de Santos, o maior terminal portuário do Hemisfério Sul.

A Polícia Federal, no dia 31 de outubro, deu início a operação Tritão para apurar fraudes a licitações na Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo). A ação foi realizada em conjunto com a a Polícia Federal, Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União, Receita Federal e Ministério Público Federal.

As autoridades cumpriram sete mandados de prisão temporária e 21 de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Guarujá, São Caetano do Sul, Barueri, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, fraude a licitações, peculato, corrupção ativa e passiva. As penas variam de um a 12 anos de prisão.

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