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8 de Janeiro: Dino nega briga com Múcio durante vistoria no Planalto

Imagens das câmeras de segurança mostram ministros discutindo após os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília

Brasília|Plínio Aguiar, do R7 em Brasília


O ministro da Justiça, Flávio Dino
O ministro da Justiça, Flávio Dino

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, negou nesta terça-feira (25) que tenha brigado com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, no dia da invasão ao Palácio do Planalto, em 8 de janeiro. Imagens das câmeras de segurança mostram os políticos conversando durante vistoria na sede do Executivo.

"Ali estávamos debatendo sobre as consequências dos atos criminosos. Muitos perguntam se eu estava brigando com o ministro Múcio. Jamais. Ministro Múcio é meu amigo desde que foi líder do governo Lula na Câmara, em 2007. Agora, é claro que eu estava tenso, indignado, desde as 15h ajudando a gerenciar uma crise gravíssima, uma tentativa de golpe de Estado", disse Dino.

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"E sou uma pessoa enfática, então estava falando com ênfase. Mas dali saíamos (eu, Múcio e Rui) para uma reunião com o Comando do Exército da época. Não houve nenhum tipo de briga. Havia um debate como eu sustentei e foi a linha correta", completou.

As declarações foram dadas pelo ministro da Justiça em entrevista ao Instituto Conhecimento Liberta (ICL). "A lei está sendo cumprida, é o nosso parâmetro, é a determinação do presidente Lula, e nenhum fascista, nenhum golpista ficará impune no Brasil. E isso eu afirmo como uma tarefa de vida, não de governo. Nós devemos isso ao Brasil", disse.

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Atos extremistas

Em 8 de janeiro, extremistas atacaram e depredaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). O prejuízo material calculado é de R$ 20,7 milhões. Na última quarta-feira (19), o STF formou maioria para tornar réus os 100 primeiros denunciados pelos atos.

Os investigados podem responder por associação criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, ameaça, perseguição e incitação ao crime. As denúncias fazem parte de inquéritos cuja abertura o STF determinou após os atos extremistas.

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