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Alckmin afirma que acordo Mercosul-UE deve entrar em vigor neste ano

Para ser formalizada, medida ainda precisa passar por aprovações nos países do Mercosul e no Parlamento Europeu

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do MDIC, prevê a entrada em vigor do acordo Mercosul-UE ainda em 2023.
  • O acordo, considerado o maior entre blocos econômicos, visa promover emprego, investimento e comércio sustentável.
  • Após 25 anos de negociações, o acordo recebeu aprovação provisória pelo Coreper e aguardará ratificação no Parlamento Europeu e nos Congressos do Mercosul.
  • Se aprovado pelo Congresso Nacional no primeiro semestre, o Brasil poderá implementar o acordo sem precisar esperar outros países do Mercosul.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para Alckmin, acordo é um passo importante neste momento geopolítico de instabilidade RECORD - 09.01.2025

O vice-presidente e ministro do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin, disse que a expectativa é de que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entre em vigor ainda neste ano.

A declaração foi dada em entrevista coletiva na tarde desta sexta feira (9).


Segundo Alckmin, o acordo é um passo importante para o mundo em um momento geopolítico de instabilidade. O vice-presidente classificou a medida como o maior tratado já firmado entre blocos econômicos.

“Promove emprego, promove investimento, comércio com regras, fortalece o multilateralismo e fortalece a sustentabilidade, porque nesse acordo o Brasil assume compromissos”, ressalta.


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Após mais de 25 anos de negociações, os blocos chegaram a um acordo nesta sexta-feira. O documento recebeu aprovação provisória depois do aval do Coreper (Comitê de Representantes Permanentes), que reúne os embaixadores dos países do bloco europeu.

Para ser formalizado, o tratado precisa passar por etapas de ratificação internas — o processo pode levar meses, ou até anos, dependendo do ritmo de cada país.


O acordo será submetido ao Parlamento Europeu e, nos países do Mercosul, também precisa passar pelos Congressos do Brasil, da Argentina, do Paraguai e Uruguai. Cada país segue seus próprios ritos legislativos.

No entanto, o vice-presidente salientou que, se a medida for aprovada pelo Congresso Nacional e pelo Parlamento Europeu ainda no primeiro semestre, o Brasil não dependerá da ratificação dos parlamentos de outros países do Mercosul.


“Se nós aprovarmos no primeiro semestre, não dependemos da Argentina, do Paraguai e Uruguai. Já entra em vigência”, afirma.

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