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Após Bolsonaro ir para Papuda, Damares vai aos EUA denunciar violação de direitos humanos

Senadora vai participar de reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, na capital dos Estados Unidos

Brasília|Thays Martins, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A senadora Damares Alves se reunirá na Comissão Interamericana de Direitos Humanos nos EUA para discutir a prisão de Jair Bolsonaro.
  • Ela classifica a situação do ex-presidente como uma "violação brutal dos Direitos Humanos".
  • Defensores de Bolsonaro solicitam sua transferência para prisão domiciliar, alegando riscos à sua saúde.
  • O ministro Alexandre de Moraes assegura que a prisão de Bolsonaro é legal e respeita a dignidade humana, descrevendo as condições da cela onde ele está detido.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Damares disse que vai aos EUA semana que vem Lula Marques/ Agência Brasil - 21/09/2023

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) articula uma reunião na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington, nos Estados Unidos, para falar sobre a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a parlamentar, o encontro está marcado para segunda-feira (19).

“O que estamos assistindo com o nosso eterno presidente Jair Bolsonaro é uma violação brutal dos Direitos Humanos”, disse nesta quinta-feira (15), após a transferência do ex-presidente para a Papudinha, que fica no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.


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Os apoiadores de Bolsonaro e a defesa dele defendem que o ex-presidente seja transferido para a prisão domiciliar. “Bolsonaro é um idoso com a saúde extremamente debilitada, um homem que precisa de assistência 24 horas por dia. Levá-lo para a Papuda, em vez de permitir que cumpra qualquer medida em casa, é um risco real à sua vida”, argumentou.

Transferência Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou, nesta quinta-feira (15), a transferência do ex-presidente para o 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha.


A cela destinada ao ex-presidente tem 64,83 m², sendo 54,76 m² cobertos e 10,07 m² de área externa, e conta com cozinha, lavanderia, banheiro com chuveiro elétrico, sala e quarto mobiliado, com armários, cama de casal e televisão.

No despacho que autoriza a transferência, Moraes rebateu o que chamou de “inúmeras e infundadas críticas” sobre o cumprimento de pena de Bolsonaro.


O ministro frisou que a prisão do ex-presidente ocorre em “estrito cumprimento da legislação, com absoluto respeito à dignidade da pessoa humana e de maneira privilegiada na Sala de Estado Maior da Superintendência da Polícia Federal, em virtude da sua condição de ex-Presidente da República”.

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