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Após críticas de Lula, Hugo Motta diz que governo ‘errou o caminho’ no combate ao crime

Presidente da Câmara reage às críticas de Lula e diz que governo distorce efeitos do Marco Antifacção

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, comenta sobre as críticas de Lula ao projeto de lei Antifacção.
  • Ele afirma que o governo errou ao não se unir no combate à criminalidade.
  • Motta destaca a importância de não desinformar a população sobre a segurança pública.
  • A proposta, apresentada pelo governo, foi modificada por Guilherme Derrite antes da aprovação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Motta critica voto contra do governo Lula Marques/Agência Brasil

Em meio às críticas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à versão aprovada do projeto de lei Antifacção, pela Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), reagiu nas redes sociais. Segundo ele, “o governo optou pelo caminho errado ao não compor essa corrente de união para combater a criminalidade”.

Em publicação no X (antigo Twitter), Motta afirmou que não se pode “desinformar a população, que é alvo diariamente do crime, com inverdades”. Para ele, “é muito grave que se tente distorcer os efeitos de um Marco Legal de Combate ao Crime Organizado cuja finalidade é reforçar a capacidade do Estado na segurança pública”.


“Repito: segurança não pode ser refém de falsas narrativas. O governo votou contra a aprovação da última versão”, concluiu.

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A proposta foi apresentada pelo governo federal, mas relatada pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que apresentou seis versões diferentes do parecer e alterou boa parte da redação original.


Mais cedo, o presidente Lula criticou a versão que foi aprovada. Segundo o petista, o texto “enfraquece o combate ao crime e gera insegurança jurídica”.

Em sua fala, Lula afirmou que o Senado deve valorizar o diálogo e a responsabilidade durante a análise do projeto, que agora segue para a Casa, “para que o Brasil tenha de fato instrumentos eficazes no enfrentamento às facções criminosas”.


Uma das críticas dos governistas é que o texto aprovado pelos parlamentares descapitaliza a Polícia Federal, prejudicando as investigações do órgão.

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