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Defesa contesta provas e nega participação de técnica em mortes em hospital do DF

Advogado de Amanda Rodrigues afirma que investigada foi manipulada pelo principal suspeito, Marcos Vinícius

Balanço Geral DF|Do R7

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O advogado de Amanda Rodrigues, investigada por suposta participação nas mortes de três pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), afirmou em coletiva de imprensa que a cliente nega qualquer envolvimento nos crimes e atribui a responsabilidade exclusivamente a Marcos Vinicius, apontado como principal suspeito. Segundo a defesa, Amanda teria sido manipulada por ele e nunca colaborou com práticas ilegais dentro da UTI.

O defensor relatou dificuldades para acessar a cliente desde a prisão e destacou que Amanda está emocionalmente abalada e com a saúde fragilizada, em razão de uma cirurgia bariátrica recente e de problemas renais. Ele afirmou ainda que a única prova apresentada até agora — uma imagem de Amanda dentro da UTI — é frágil e insuficiente para incriminá-la, já que ela trabalhava regularmente no setor. Para o advogado, o material é “seletivo” e não comprova que Amanda tenha dado cobertura a qualquer crime.

Ainda de acordo com a defesa, Amanda relatou ter percebido o perfil manipulador de Marcos Vinicius apenas após maior convivência no ambiente de trabalho e afirmou nunca ter presenciado ou participado de mortes intencionais. O advogado disse que a investigação está em fase inicial e defendeu cautela para evitar conclusões precipitadas que, segundo ele, podem causar danos às famílias das vítimas, à acusada e à sociedade.

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