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Empresa que produz PMMA diz que substância usada em influenciadora é clandestina

O representante da fábrica citada no caso, Nelson Albino, fala com exclusividade sobre as acusações que a empresa está sofrendo

Balanço Geral DF|Do R7

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A empresa responsável pela produção de substância PMMA, supostamente aplicada durante procedimento estético na influenciadora Aline Ferreira, que morreu após complicações, alega que o produto utilizado pode ter sido comprado de forma clandestina. O representante da fábrica citada no caso, Nelson Albino, fala com exclusividade sobre as acusações que a empresa está sofrendo. Para ele, na verdade, foi aplicado silicone industrial nos glúteos de Aline.

Ele explica que o PMMA é autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mediante a um controle de qualidade, produção e regra de uso claras e que, quando utilizado por médicos autorizados, não causa efeitos colaterais. Nelson afirma que a substância não foi produzida pelo laboratório, e acredita que também não tenha sido fabricada pela outra única empresa autorizada no Brasil. A Polícia Civil continua investigando o caso.

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