Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Novo laudo aponta erro em autópsia que indicava sumiço do rim de idosa no Distrito Federal

Emídia Nunes Chavante Oliveira, de 74 anos, morreu depois de procurar atendimento em várias unidades públicas de saúde do DF

Balanço Geral DF|Do R7

  • Google News

A PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) concluiu a investigação sobre o suposto desaparecimento de um rim de Emídia Nunes Chavante Oliveira, de 74 anos, que morreu no Hospital Regional de Taguatinga em março deste ano. A idosa sofreu uma parada cardiorrespiratória depois de procurar atendimento em várias unidades públicas de saúde do Distrito Federal.

Após a morte da mulher, os filhos solicitaram uma autópsia do corpo de Emídia para avaliar as causas da morte. O laudo inicial apontou a ausência do rim esquerdo, o que causou espanto à família que não havia assinado o termo de autorização de doação de órgãos. Dias antes do ocorrido, a idosa havia passado por um exame de imagem que indicou a presença de todos os órgãos. Uma investigação foi iniciada pela PCDF, que solicitou um laudo de exumação cadavérico do Instituto Médico Legal. O exame constatou que o órgão sempre esteve no corpo da paciente.

À época, a RECORD Brasília acompanhou os desdobramentos da situação e, mesmo com a alegação de que o órgão teria sido retirado, tratou o caso com cautela questionando o possível erro no laudo, o que se confirmou com o decorrer da apuração. A reportagem seguiu toda a investigação que elucidou o caso.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.