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Técnicos suspeitos de matar pacientes em UTI do DF podem pegar de 60 a 90 anos de prisão

Três técnicos de enfermagem foram indiciados pelas mortes de três pacientes que estavam internados

Balanço Geral DF|Do R7

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Dois meses após as mortes de três pacientes em uma UTI no Distrito Federal, a Polícia Civil concluiu parte das investigações e indiciou três técnicos de enfermagem pelos crimes. Segundo os investigadores, as vítimas receberam uma sequência de injeções com substâncias tóxicas enquanto estavam internadas e sem possibilidade de defesa.

As apurações mostram que o técnico Marcos Vinícius Silva, de 24 anos, teria aplicado medicamentos adulterados e até desinfetante nos pacientes. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ele prepara as seringas e entra nos quartos das vítimas. Confrontado com as provas, ele confessou o crime. A polícia aponta ainda que as técnicas Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, teriam participado ou acobertado as ações.

Valéria Clemente, filha de João Clemente Pereira, uma das vítimas, relatou a revolta da família: “Meu pai estava totalmente indefeso, sedado. Ele estava num lugar que era pra cuidar da saúde dele, não pra alguém tirar a vida dele”. Os três foram indiciados por homicídio triplamente qualificado. Se condenados, dois podem pegar até 90 anos de prisão, enquanto a terceira técnica pode cumprir até 60 anos de reclusão.

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