Boletim mantém Bolsonaro sem previsão de alta após médico indicar saída na sexta
Cardiologista de ex-presidente também havia informado que ele pode ser submetido futuramente a uma cirurgia no ombro direito
Brasília|Clarissa Lemgruber, do R7, em Brasília
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O ex-presidente Jair Bolsonaro segue sem previsão de alta hospitalar, segundo boletim médico divulgado nesta quarta-feira (25). O documento aponta que ele “mantém evolução clínica favorável” e continua em tratamento de pneumonia bacteriana com antibióticos por via endovenosa, além de suporte clínico e fisioterapia respiratória e motora.
Mais cedo, o cardiologista Brasil Caiado, que integra a equipe médica, afirmou que Bolsonaro poderia receber alta hospitalar na próxima sexta-feira (27), informação que não foi confirmada no boletim oficial.
O médico também havia informado que o ex-presidente pode ser submetido futuramente a uma cirurgia no ombro direito. Segundo ele, Bolsonaro passou por exames e avaliação do ortopedista após se queixar de dores no membro. Caiado disse que o problema pode ter se agravado após uma das quedas do político na prisão.
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Caiado ressaltou que, apesar da grande possibilidade da alta hospitalar, a liberação só deve acontecer se o quadro clínico se mantiver estável: “Finalizando o ciclo do antibiótico amanhã [quinta-feira, 26], porque é um ciclo pré-estabelecido. Clinicamente, ele está estável neste momento. Só se houver alguma intercorrência, mas, particularmente, eu não acredito”.
Bolsonaro deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na segunda-feira (23) e foi transferido para um quarto no hospital DF Star, em Brasília. Ele está internado desde 13 de março, após apresentar vômitos e calafrios, e foi diagnosticado com infecção pulmonar.
Bolsonaro, que atualmente cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, foi levado ao DF Star na manhã de 13 de março, após apresentar quadro de vômitos e calafrios. No mesmo dia, ele acabou internado na UTI do DF Star, com diagnóstico de infecção pulmonar.
Prisão domiciliar
Nesta terça-feira (24), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorizou a prisão domiciliar humanitária temporária do ex-presidente pelo prazo inicial de 90 dias, em razão de seu estado de saúde. A decisão, no entanto, impõe uma série de medidas cautelares rigorosas, incluindo o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica e restrições amplas de comunicação e visitas.
Moraes determinou que Bolsonaro permaneça integralmente dentro de casa. O monitoramento eletrônico será restrito exclusivamente ao endereço domiciliar, com envio diário de relatórios ao Judiciário.
A decisão também estabelece uma proibição total de comunicação externa. O ex-presidente não poderá utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de contato, nem diretamente nem por intermédio de terceiros. O uso de redes sociais também está vetado, assim como a gravação de áudios ou vídeos.
As restrições se estendem ao regime de visitas. Durante os 90 dias de prisão domiciliar, estão suspensas todas as visitas gerais, com exceção das pessoas que moram na casa de Bolsonaro: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a filha Laura e a enteada Letícia.
Outros familiares, como os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, só poderão visitá-lo em dias e horários previamente estabelecidos. Advogados e profissionais de saúde terão acesso mediante regras específicas de agendamento e duração.
Para reforçar o controle, Moraes determinou ainda a realiz
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