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Bolsonaro vai passar Réveillon internado, diz médico

Ex-presidente foi submetido a novo procedimento nesta segunda-feira (29) para conter crises de soluço

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jair Bolsonaro passará o Réveillon internado para tratamento de crises de soluços.
  • Ele foi submetido a um procedimento de bloqueio anestésico do nervo frênico para conter as crises.
  • Bolsonaro terá alta médica prevista para o dia 1º, se não houver complicações nas próximas 48 horas.
  • O ex-presidente está atualmente preso, cumprindo pena por tentativa de golpe de Estado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Procedimento realizado em Bolsonaro foi para bloqueio anestésico do nervo frênico
Procedimento realizado em Bolsonaro foi para bloqueio anestésico do nervo frênico Ton Molina/STF - 25.03.2025

Um dos médicos de Jair Bolsonaro, Cláudio Birolini informou que o ex-presidente vai passar o Réveillon internado em um hospital particular de Brasília onde, nesta segunda-feira (29), foi submetido a mais um procedimento para conter as crises de soluço.

A intervenção foi finalizada sem intercorrências. O procedimento realizado foi um bloqueio anestésico do nervo frênico, que não é cirúrgico. Bolsonaro tinha realizado essa mesma intervenção no último sábado (27), quando o bloqueio foi feito do lado direito — nesta segunda, ele fez do lado esquerdo.


De acordo com Birolini, o ex-chefe do Executivo deve ter alta médica na quinta-feira (1º) se tudo ocorrer como o previsto. Ainda segundo o médico, os resultados e possíveis complicações só poderão ser observados nas próximas 48 horas.

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Bolsonaro ainda terá de fazer uma nova endoscopia digestiva alta, possivelmente nesta terça (30) ou quarta-feira (31).


O ex-presidente também refez um exame para estudo de apneia do sono, que mostrou uma apneia severa, com cerca de 50 episódios por hora, e deve precisar de equipamento para atenuar a situação nos próximos dias.

Três frentes

Em entrevista coletiva concedida na tarde desta segunda, o cardiologista Brasil Caiado explicou que o tratamento do ex-presidente foi dividido em três partes: fracionamento da alimentação, cuidado com a medicação e intervenção de bloqueio do nervo.


“Ele respondeu relativamente bem a todas essas formas, mas não obtivemos o resultado desejado. Com a dieta, ele melhorou. Com a medicação, também. E acrescenta-se a isso o bloqueio do nervo. É sempre um tratamento multifatorial”, detalhou o médico.

Na quinta-feira (25), após a cirurgia na hérnia inguinal bilateral, os médicos informaram que fariam ajustes na alimentação e na medicação para tentar conter os soluços.


Na noite de sábado, mesmo após a primeira parte da intervenção, Bolsonaro voltou a ter crise de soluços, além de apresentar elevação da pressão arterial, segundo o boletim médico de domingo (28).

Atualmente, o ex-presidente cumpre pena na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Ele foi preso no último 22 de novembro após ser condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

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