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CCBB fica aberto até 23h no último fim de semana da exposição "Obsessão infinita"

Horário será estendido para  os visitantes terem mais tempo de conferir as obras

Brasília|Do R7

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A exposição chegou ao CCBB Brasília no dia 19 de fevereiro e já recebeu mais de 120 mil visitantes
A exposição chegou ao CCBB Brasília no dia 19 de fevereiro e já recebeu mais de 120 mil visitantes

Os brasilienses terão até segunda-feira (28) para visitar a exposição “Obsessão Infinita”, no CCBB - Brasília. A exposição, de ​Yayoi Kusama, chegou ao Centro Cultural do Banco do Brasil no dia 19 de fevereiro e já recebeu mais de 120 mil visitantes. No último fim de semana da mostra, os visitantes terão mais tempo para conferir as obras da artista japonesa. De sexta-feira (25) a domingo (27), o CCBB-Brasília ficará aberto em horário especial: das 9h às 23 h.

Sucesso no CCBB do Rio de Janeiro, esta é a primeira exposição apresentada n​o​ ​país que expressa uma pesquisa profunda sobre o trabalho de Kusama, uma das artistas mais originais e inventivas do pós-guerra. Segundo informações do CCBB, Obsessão Infinita oferece um panorama do trabalho da artista japonesa viva mais proeminente, por meio de aproximadamente 100 obras que cobrem o período de 1949 a 2012, entre as quais pinturas, trabalhos em papel, esculturas, vídeos, apresentação de slides e instalações, entre elas a famosa “Dots Obsession”.


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​Obsessão infinita traça a trajetória d​e Yayoi Kusama do privado ao público, da pintura à performance, do ateliê às ruas. A artista nasceu na cidade de Matsumoto, Japão, em 1929. Em 1973 Kusama retornou ao Japão e, desde 1977, vive voluntariamente em uma instituição psiquiátrica. O caráter psicológico singular e pronunciado de seu trabalho sempre foi combinado com uma generosa dose de reinvenção e inovação formal, o que lhe permite dividir sua visão única com um público mais amplo, através do espaço infinitamente espelhado e da repetição obsessiva de pontos que caracteriza sua obra. Em seus trabalhos mais recentes, a artista renovou o contato com seus instintos mais radicais em instalações imersivas e colaborativas – peças que fizeram dela, com justiça, a artista viva mais celebrada do Japão.

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