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Ceilândia recebe projeto que une assistência, educação e saúde a estudantes da rede pública

Projeto Escola Acolhedora oferece, até maio, diagnóstico precoce de transtornos do neurodesenvolvimento para crianças e adolescentes

Brasília|Victória Olímpio, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Projeto Escola Acolhedora em Ceilândia oferece diagnósticos precoces para estudantes de 6 a 17 anos da rede pública.
  • Atendimentos especializados e gratuitos focam em transtornos do neurodesenvolvimento, principalmente o TEA.
  • Estrutura itinerante estará atuando até 13 de março, com serviços integrados de saúde, educação e assistência social.
  • O projeto visa realizar 7.680 atendimentos multidisciplinares e distribuir tecnologias assistivas para inclusão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Depois de Ceilândia, atendimentos vão ocorrer nas regiões do Riacho Fundo 1, do Guará e de Taguatinga Reprodução/Instagram @escolaacolhedoradf - 24.02.2026

A região de Ceilândia (DF) se tornou a primeira parada de um projeto que pretende promover a inclusão educacional, fortalecer a saúde mental e garantir o diagnóstico precoce de transtornos do neurodesenvolvimento, com foco no TEA (Transtorno do Espectro Autista).

Nesta etapa inaugural, estudantes de 6 a 17 anos da rede pública de ensino, especialmente em situação de vulnerabilidade social, terão acesso a atendimentos especializados e gratuitos.


Meta é alcançar 7.680 atendimentos no Distrito Federal Luce Costa/Arte R7

O Projeto Escola Acolhedora é uma ação itinerante, por iniciativa do Instituto Gera Ação e com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal. As inscrições podem ser feitas por meio deste formulário.

A estrutura itinerante ficará instalada até 13 de março, na CNN 1, ao lado do Fort Atacadista, em Ceilândia Centro. Os atendimentos serão de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, em um espaço de acolhimento humanizado e atendimento integrado, com serviços de saúde, educação e assistência social.


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As ações incluem triagens neuropsicológicas, avaliações multidisciplinares, emissão de laudos técnicos e encaminhamentos à rede de proteção social, como Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e conselhos tutelares, quando necessário.

Após essa etapa, os estudantes que se encaixarem em critérios técnicos vão contar com tecnologias assistivas que auxiliam no processo de aprendizagem, de autonomia e de inclusão social. Entre os itens oferecidos estão tablets para estudantes com TEA de grau elevado, abafadores de ruído para hipersensibilidade auditiva, fidget toys — brinquedos para regulação sensorial — e kits de identificação do transtorno, com QR Code.


Estrutura acessível

Ao longo do projeto, a meta é alcançar 7.680 atendimentos multidisciplinares, em Ceilândia, no Guará, no Riacho Fundo 1 e em Taguatinga. Cada polo terá 12 consultórios para consultas individuais, espaço interativo sensorial voltado à autorregulação emocional e estrutura acessível, com rampas, sinalização tátil e mobiliário inclusivo.

O Projeto Escola Acolhedora atua a partir de dois eixos principais. No campo da saúde mental, promove rodas de conversa, escuta ativa, acolhimento emocional e ações de prevenção ao sofrimento psíquico, ao bullying e à violência psicológica, para fortalecimento de vínculos e da autoestima.


No campo do neurodesenvolvimento, promove triagens em larga escala, avaliações técnicas, emissão de laudos, encaminhamentos especializados e distribuição de tecnologias assistivas.

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