Brasília Celina Leão autoriza início das obras de viaduto no DF

Celina Leão autoriza início das obras de viaduto no DF

Construção será realizada na região do Jardim Botânico, entre a DF-001 e a DF-035, nas proximidades do balão da antiga ESAF

  • Brasília | Sarah Paes, do R7, em Brasília

Celina Leão e o deputado Rogério Morro da Cruz apresentam a ordem de serviço assinada.

Celina Leão e o deputado Rogério Morro da Cruz apresentam a ordem de serviço assinada.

Sarah Paes, do R7

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP), assinou nesta terça-feira (17) a autorização para o início das obras do viaduto entre a DF-001 e a DF-035, próximo ao balão da antiga Escola de Administração Fazendária (Esaf), no Jardim Botânico. O objetivo é melhorar o trânsito para os 50 mil carros que passam pela região diariamente.

“A gente também considera o fato de que a cidade está se expandindo para essa região. Já foi uma obra pensada nessas demandas futuras”, explicou Celina.

A obra é resultado da parceria realizada entre o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), e o Departamento de Estradas e Rodagens do DF (DER), que, juntos, investirão mais de R$ 33 milhões.

Etapas

O presidente do DER, Fauzi Nacfur, explicou que a assinatura realizada faz parte da primeira etapa da construção do viaduto. “Obras são etapas. A gente começa agora com uma etapa de remanejamento de redes e de ajustes de projeto. É uma obra prevista para durar um ano”, disse.

A construção será paga pela Terracap com os recursos obtidos nas vendas dos lotes e terrenos da empresa pública. A respeito dos transtornos, os responsáveis pela execução explicaram que medidas serão tomadas para diminuir as inconveniências, mas que esperam a compreensão da população.

“Obviamente que toda obra vai causar um pequeno transtorno, a nossa engenharia de trânsito está muito bem preparada para minimizar isso. Vamos fazer dois retornos distanciados para que as pessoas possam fazer o desvio de forma mais suave e sentir ao mínimo possível essas interferências”, explicou o presidente do DER.

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