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Classificar facções criminosas como terroristas permitiria invasão dos EUA, diz Mauro Vieira

Ministro das Relações Exteriores afirmou que a medida ameaça a soberania nacional

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores, é contra classificar facções criminosas como terroristas.
  • A classificação permitiria uma possível invasão dos EUA ao Brasil, ameaçando a soberania nacional.
  • Vieira ressaltou que essa mudança pode colocar o Brasil sob o controle de forças estrangeiras.
  • O governo busca um acordo com os EUA para combater o narcotráfico com base na cooperação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mauro Vieira participou de audiência pública da CRE (Comissão de Relações Exteriores) do Senado Pedro França/Agência Senado - Arquivo

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quarta-feira (18) que o governo é contrário à classificação das organizações criminosas como terroristas, e explicou que a mudança permitiria que os Estados Unidos invadissem o país.

De acordo com o chanceler, do ponto de vista legal, também não é possível adotar outro posicionamento. O ministro foi ouvido nesta quarta em audiência pública da CRE (Comissão de Relações Exteriores) do Senado.


Segundo ele, a medida poderia colocar em risco a soberania nacional.

“Isso permitiria que qualquer tipo de força americana (exército ou forças armadas dos EUA) viesse ao território brasileiro, invadisse o território brasileiro para exterminar grupos terroristas, o que fosse. Nós não podemos deixar que a soberania nacional esteja sob risco ou nas mãos de países estrangeiros”, afirmou.


Vieira ainda disse aos parlamentares que o governo quer firmar um acordo de combate ao narcotráfico com os EUA baseado na cooperação entre os dois países.

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