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Combustíveis: ministro diz que governo vai impedir ‘preços majorados de forma criminosa’

Durante entrevista coletiva realizada nesta terça (17), Alexandre Silveira falou sobre medidas para impedir aumento no valor dos combustíveis em meio à guerra

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, critica a privatização da BR Distribuidora, que limita o governo em ações contra o aumento dos combustíveis.
  • Silveira destaca a necessidade de mobilização governamental para combater "crimes contra a economia popular".
  • Durante a coletiva, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, anunciou investigações e ações para controlar os preços dos combustíveis.
  • Ambos os ministros afirmaram que a justificativa do aumento devido à guerra no Oriente Médio é inaceitável e devem agir para coibir essa prática.

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Durante uma entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (17) sobre o aumento no preço dos combustíveis, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu que áreas estratégicas como a energia tenham uma maior participação do governo. Ele criticou a privatização da BR Distribuidora no governo Bolsonaro; venda que, segundo ele, impede uma ação maior do Executivo para conter o aumento nas bombas.

“É importante destacar que hoje nós poderíamos ter mecanismos mais eficientes para evitar o que está acontecendo na bomba de combustível, que era a BR Distribuidora, que foi criminosamente vendida pelo governo anterior. Nós perdemos a mobilidade de poder estar fazendo e ter infraestrutura para chegar até os postos de gasolina com a distribuição”, apontou.


Ministro Alexandre Silveira veste terno azul e gravata também azul
Governo promete conter alta dos combustíveis e evitar 'majoração criminosa' dos preços Reprodução/Record News - 17.03.2026

Ele ressaltou que é necessária uma mobilização do governo para evitar “crimes contra a economia popular”. O evento foi realizado no Ministério da Justiça e contou com a presença da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor).

Segundo Silveira, o combustível “é majorado sem justificativa, porque houve medidas que vieram a evitar um impacto da majoração dos preços para o consumidor brasileiro. Portanto, é importante que a sociedade se envolva [...] para fechar o cerco sobre esses crimes contra a economia popular, que afetam o abastecimento e afetam o preço na bomba de combustível para todos os brasileiros e brasileiras.”


Também presente na coletiva de imprensa, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, divulgou ações da pasta para evitar a subida dos preços ao consumidor, segundo ele, sob a “falsa alegação” do impacto do conflito no Oriente Médio.

“A nossa primeira providência foi exatamente a instauração do inquérito da Polícia Federal, mas nós não paramos aí. Nós também comunicamos ao Cade, a ANP está aqui presente, e nós temos absoluta certeza e convicção que todo sistema de defesa do consumidor do Brasil, os Procons estaduais e municipais vão colaborar com essa tarefa, e isso não é uma questão apenas do governo; é algo caro para as nossas instituições e para a sociedade brasileira. É inaceitável que a falsa alegação de impacto imediato em razão da guerra seja fundamento para esse incremento de preço. Nós combateremos isso, estaremos mobilizados permanentemente e vigilantemente para coibir”, prometeu.

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