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CPI do Crime Organizado recebe diretor de Inteligência da PF e promotor ameaçado pelo PCC

Convidados desta terça são Leandro Almada da Costa e Lincoln Gakiya

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CPI do Crime Organizado do Senado recebe Leandro Almada da Costa e Lincoln Gakiya como convidados.
  • A reunião está marcada para esta terça-feira (25) e será a quarta da comissão.
  • O foco é obter informações sobre grupos criminosos e suas conexões, especialmente o PCC.
  • Lincoln Gakiya, promotor ameaçado de morte pelo PCC, investiga o grupo desde os anos 2000.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fabiano Contarato e Alessandro Vieira são presidente e relator, respectivamente, da CPI
Fabiano Contarato e Alessandro Vieira são presidente e relator, respectivamente, da CPI Lula Marques/ Agência Brasil/04.11.2025

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado do Senado receberá, nesta terça-feira (25), o diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada da Costa, e o promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, como convidados.

Ambos estavam na lista da semana passada, mas não compareceram. Como convidado, Gakiya pediu para alterar a sua data e teve o pedido deferido.


Marcada para as 9h, a reunião será a quarta da comissão instalada no início de novembro. O prazo para conclusão dos trabalhos da CPI é de 120 dias.

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Os dois requerimentos foram do relator da CPI, Alessandro Vieira (MDB-SE). O objetivo é obter informações sobre a estrutura e funcionamento dos grupos criminosos, além de suas fontes de financiamento e conexões.


Na sessão desta terça, os senadores devem discutir sobre a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital), originado no sistema carcerário de São Paulo.

Segundo Vieira, Gakiya é um dos nomes que mais conhece a atuação da organização criminosa no Brasil. Ele investiga o grupo desde o início dos anos 2000.


O promotor é ameaçado de morte pelo PCC ao menos desde 2005. Em outubro deste ano, a Polícia Civil de SP desvendou um novo plano do grupo criminoso para assassinar Gakiya.

Atualmente, ele trabalha em Presidente Prudente e lidera o Gaeco na região, após pedir transferência da capital por questões de segurança.

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