Cunhada suspeita de ajudar a planejar morte de tenente-coronel foi ao local do crime na véspera
Tenente-coronel foi sequestrado e assassinado
Brasília|Do R7, com TV Record Brasília

Suspeita de participar do sequestro e assassinato do tenente-coronel Sérgio Murilo Cerqueira, Lorena Karen, de 20 anos, confirmou, em depoimento, que foi ao prédio onde morava o militar na véspera do crime junto com a cunhada dele, Cláudia Osório, de 50 anos. Lorena e outro suspeito, Rodrigo Sales, foram chamados pela irmã de Cristiana Osório, para conhecer o local onde deveriam iniciar a ação na sexta-feira (15).
Durante o caminho até o prédio, que fica na 208 Norte, Cláudia teria passado mal e precisou parar em um posto de combustíveis para comprar água e tomar um remédio. Ela também teria comprado cerveja para Rodrigo e picolé para Lorena.
Um dos atendentes do posto confirmou que o trio esteve no local. Com a afirmação, a polícia continua as investigações. Embora Cláudia tenha confessado o crime, a defesa alega que ela e a irmã, Cristiana, então mulher de Sérgio, não têm participação no crime.
Saiba tudo sobre o caso do tenente-coronel que teria sido morto a mando da mulher, em Brasília
Desde o último sábado (16), o caso sobre a morte do tenente-coronel do Exército, Sergio Murilo Cerqueira tem chamado a atenção. O que começou a ser tratado como sequestro-relâmpago, em poucas horas mudou de figura. De esposa do militar, Cristina Osório passou a ser suspeita de encomendar o crime. Para ajudar a entender o caso, o R7 DF preparou uma linha do tempo com a história completa. Confira
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