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Defesa de Bolsonaro pede autorização para atendimento de cardiologista e fisioterapeuta

Pedido foi submetido a Alexandre de Moraes para garantir acompanhamento clínico especializado do ex-presidente

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro solicitou autorização para dois profissionais de saúde acompanharem o ex-presidente na Superintendência da Polícia Federal.
  • Os profissionais são um cardiologista e um fisioterapeuta que já atendem Bolsonaro, visando garantir a continuidade do acompanhamento clínico.
  • Bolsonaro enfrenta problemas de saúde, incluindo diagnóstico de câncer de pele e crises de soluços frequentes.
  • Os advogados também pedem que ele cumpra pena em prisão domiciliar, citando sua condição clínica delicada.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Advogados alegam necessidade de continuidade no tratamento de saúde do ex-presidente Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A defesa do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro apresentou nesta segunda (1º) ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), um pedido para que dois profissionais de saúde sejam autorizados a ingressar na Superintendência da Polícia Federal, onde está o político, a fim de prestar acompanhamento contínuo à sua condição clínica.

No documento enviado ao STF, os advogados solicitam a liberação para acesso do médico cardiologista Brasil Ramos Caiado e do fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas.


Segundo a petição, os profissionais já acompanham Bolsonaro e a medida seria necessária para assegurar “continuidade ao acompanhamento especializado” nas áreas de cardiologia e fisioterapia. A defesa reforça que a assistência é essencial devido ao estado de saúde do ex-presidente e solicita “a célere apreciação” do pedido por parte de Moraes.

A solicitação ocorre em meio ao contexto de monitoramento judicial das condições de Bolsonaro.


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Doenças

Neste ano, o ex-presidente foi diagnosticado com câncer de pele. Além disso, ele é constantemente acometido por crises de soluços.


Desde agosto deste ano, quando foi decretada a prisão domiciliar do ex-presidente, ele foi três vezes ao hospital: duas para realização de exames de rotina, ligados a complicações resultantes da facada sofrida em 2018, e uma em razão de emergência médica — ele alegou que estava com crise de soluços, vômitos e queda de pressão arterial.

Os advogados descrevem, para além do câncer, um quadro de infecções pulmonares, esofagite e gastrite, como consta em relatório médico. A defesa afirma que as crises de soluço são frequentes e que, somadas às outras comorbidades crônicas, tornam Bolsonaro dependente de tratamento medicamentoso contínuo, acompanhamento multiprofissional e monitoramento médico especializado.


Na semana passada, os advogados do ex-chefe do Executivo pediram que ele cumprisse a pena da trama golpista em casa e apresentaram exames médicos. Segundo os defensores, “um mal grave ou súbito não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’”.

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