Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Defesa pede que Bolsonaro receba assistência religiosa na prisão

Advogados afirmam que Bolsonaro já recebia acompanhamento espiritual regular durante prisão domiciliar

Brasília|Do R7, em Brasília

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro solicita ao STF autorização para receber assistência religiosa na prisão.
  • Os advogados destacam que a liberdade religiosa é um direito fundamental, mesmo sob custódia estatal.
  • Durante a prisão domiciliar, Bolsonaro recebia acompanhamento espiritual semanal sem incidentes registrados.
  • O ministro Alexandre de Moraes decidirá sobre a concessão da assistência religiosa durante o cumprimento da pena.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

FILE PHOTO: Brazil's former President Jair Bolsonaro leaves the hospital after abdominal surgery, in Brasilia, Brazil May 4, 2025. REUTERS/Adriano Machado/File Photo
Bolsonaro está preso na Superintendência da PF em Brasília Adriano Machado/Reuters - 4.5.2025

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal) autorização para que ele receba assistência religiosa enquanto cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão da trama golpista na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

“A liberdade religiosa constitui direito fundamental assegurado a todos os cidadãos, inclusive àqueles que se encontram sob custódia estatal. Tal garantia abrange não apenas a preservação das convicções pessoais, mas também o pleno exercício da fé, mediante acompanhamento espiritual prestado por ministros religiosos de confiança do assistido”, dizem os advogados no pedido.


leia mais

No documento, a defesa destaca que, durante o período em que Bolsonaro esteve em prisão domiciliar, ele recebia acompanhamento espiritual semanal, no âmbito de um grupo de orações que se reunia regularmente. De acordo com os advogados, não houve, nesse período, qualquer registro de incidente, prejuízo institucional ou perturbação da ordem pública.

Com a transferência para a Superintendência da Polícia Federal, a continuidade desse acompanhamento religioso teria se tornado inviável devido às restrições próprias do regime de custódia. Esse cenário, segundo a defesa, motivou o pedido apresentado ao STF.


Os advogados ressaltam ainda que a Lei de Execução Penal prevê expressamente o direito do preso à assistência religiosa e autoriza o ingresso de representantes das diversas confissões religiosas nos estabelecimentos prisionais, desde que haja manifestação de vontade do detento.

No requerimento, a defesa afirma que o atendimento espiritual poderá ser realizado de forma individual, com supervisão institucional, sem interferência na rotina da unidade nem risco à segurança do estabelecimento.


Caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o pedido e decidir se autoriza a concessão da assistência religiosa ao ex-presidente durante o cumprimento da pena.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.