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Desequilíbrio que ultrapassa todos os limites do razoável, diz Rogério Marinho sobre Lula na Sapucaí

O político disse que irá à Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O senador Rogério Marinho criticou a homenagem a Lula durante o desfile na Marquês de Sapucaí.
  • Ele afirmou que transformar o desfile em um palanque político "ultrapassa todos os limites do razoável".
  • Marinho destacou a falta de ética e o desequilíbrio na disputa democrática gerados por essa situação.
  • O senador promete recorrer à Justiça Eleitoral para investigar possíveis abusos de poder relacionados ao evento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O político disse que irá à Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político Waldemir Barreto/Agência Senado - 21.01.2026

O senador Rogério Marinho (PL-RN) fez duras críticas à homenagem da Acadêmicos de Niterói ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na pista da Marquês de Sapucaí.

Em nota, o político afirmou que o desfile transformado em palanque político a favor do presidente “ultrapassa todos os limites do razoável”.


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“Instrumentalizar um desfile — que deveria ser espaço de manifestação artística — para promover autoridade pública, com nítido viés eleitoral, afronta a ética, o equilíbrio democrático e o princípio da isonomia", disse.

No carnaval, Lula saiu do camarote da prefeitura do Rio de Janeiro e desceu para acompanhar de perto o desfile. A ação já gerou críticas e promessas de processos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).


Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Marinho tem coordenado as ações de Flávio para a disputa ao Palácio do Planalto.

Segundo Marinho, quando um “espetáculo de alcance nacional” é “utilizado para exaltação política” de quem está no exercício do poder, “cria-se evidente desequilíbrio na disputa democrática”.


“Se qualquer outro agente político promovesse ato semelhante, a reação institucional seria imediata. A lei não pode ter destinatário escolhido. Não aceitaremos a normalização do uso indireto de eventos culturais de grande projeção como instrumento de promoção pessoal e eleitoral”, afirmou.

Ao fim, disse que irá adotar todas as medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas que deveriam servir a todos os brasileiros.

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