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Em decisão, Moraes mandou apreender armas, munições e passaporte de Zambelli

Ministro também determinou a apreensão de dinheiro e bens, como joias, veículos, obras de arte e outros objetos

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília


Ministro determinou a apreensão de dinheiro e bens
Ministro determinou a apreensão de dinheiro e bens

Em decisão que determinou busca e apreensão em endereços da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes mandou apreender armas, munições, computadores, tablets, celulares, passaporte e outros materiais da deputada.

O magistrado pediu à PF que verificasse a existência de eventuais cômodos secretos ou salas reservadas em quaisquer dos locais, além de cópias ou apreensão dos registros de controle de ingresso nos endereços da parlamentar, busca e apreensão em veículos eventualmente encontrados nos endereços e nos armários de garagem.

Moraes também autorizou o acesso e a análise do conteúdo de dados, arquivos eletrônicos, mensagens e emails armazenados em eventuais computadores, servidores e redes, inclusive em serviços digitais de armazenamento em nuvem.

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O ministro determinou ainda a apreensão de dinheiro e bens, como joias, veículos, obras de arte e outros objetos em valores superiores a R$ 10 mil, desde que não comprovada cabalmente, no local dos fatos, a origem lícita.

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Mais cedo, a Polícia Federal prendeu o hacker Walter Delgatti Neto, denunciado na Operação Spoofing e acusado de invadir celulares do ex-juiz Sergio Moro e de procuradores da Lava Jato.

Operação

A operação 3FA tem o objetivo de esclarecer a atuação de indivíduos na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

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As ações ocorrem no escopo de inquérito policial instaurado para apurar a invasão do sistema do CNJ, que tramitou na Justiça Federal, mas teve declínio de competência para o STF em razão do surgimento de indícios de possível envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro.

Os crimes apurados ocorreram entre 4 e 6 de janeiro de 2023, quando teriam sido inseridos no sistema do CNJ e, possivelmente, de outros tribunais do Brasil 11 alvarás de soltura de indivíduos presos por motivos diversos e um mandado de prisão falso em desfavor do ministro do STF Alexandre de Moraes.

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