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Emendas Pix: Ramagem, Eduardo Bolsonaro e Zambelli somam quase R$ 12 milhões em 2025

Carla Zambelli foi a que mais gastou entre os três deputados, com R$ 8,8 milhões

Brasília|Joice Gonçalves, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Deputados Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli e Alexandre Ramagem indicaram quase R$ 12 milhões em emendas Pix para 2025.
  • Carla Zambelli foi a que mais gastou, com R$ 8,8 milhões, enquanto Eduardo Bolsonaro e Ramagem também contribuíram significamente.
  • Os três deputados estão fora do Brasil devido a processos judiciais e mandados de prisão relacionados a atividades golpistas.
  • A modalidade de emendas Pix levanta preocupações sobre a falta de transparência na execução dos recursos públicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ramagem, Eduardo e Zambelli: todos estão fora do Brasil Divulgação/Agência Câmara

Mesmo estando fora do Brasil, os deputados do PL Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli e Alexandre Ramagem continuam participando na execução do Orçamento de 2025, tendo indicado quase R$ 12 milhões só em emendas Pix, modalidade de transferência direta de recursos públicos para estados e municípios que dispensa apresentação de projeto e fiscalização prévia.

Os valores individualizados são:


  • R$ 8.811.000: Carla Zambelli
  • R$ 2.475.000: Alexandre Ramagem
  • R$ 693.000: Eduardo Bolsonaro

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Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em fevereiro e foi para os Estados Unidos, alegando suposta perseguição política por parte do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Alexandre Ramagem deixou o país em setembro, mês em que foi condenado pelo STF por envolvimento na trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em novembro, Moraes declarou o trânsito em julgado do processo e expediu um mandado de prisão contra o deputado.


Carla Zambelli, que também tinha mandado de prisão em aberto, fugiu para a Itália em junho e foi detida após ser apontada como autora intelectual da invasão a sistemas do Judiciário para emitir um mandado falso de prisão contra o ministro.

Emendas Pix

As emendas são chamadas de “Pix” por funcionarem como repasses automáticos: o recurso sai diretamente do Orçamento federal para contas de estados e municípios, sem detalhamento obrigatório sobre a finalidade.


Especialistas e órgãos de controle alertam para falta de transparência com esse modelo, visto que, uma vez transferido, o dinheiro se torna mais difícil de rastrear.

Em agosto deste ano, o ministro do STF Flávio Dino mandou a Polícia Federal investigar R$ 694 milhões em emendas pagas a deputados.

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