Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

EPTG para e DER libera faixa exclusiva 

Protesto na Estrutural provocou caos no trânsito nas principais vias do DF

Brasília|Do R7

  • Google News
Moradores de Águas Claras registraram nó no trânsito na saída da cidade
Moradores de Águas Claras registraram nó no trânsito na saída da cidade

O DER (Departamento de Estradas e Rodagens) teve de liberar na manhã desta segunda-feira (24) o tráfego de veículo de passeios na faixa exclusiva para ônibus na EPTG (Estrada Parque Taguatinga). O motivo foi o congestionamento que parou completamente o tráfego na via em quase toda a sua extensão.

O congestionamento na estrada que liga Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e Guará ao Plano Piloto, é um reflexo de um protesto que ocorreu na via Estrutural. O trânsito na via de principal ligação das regiões administrativas a Brasília também ficou completamente parado.


A manifestação começou por volta das 6h30 e provocou um caos no trânsito. A interdição causou reflexo em outras importantes vias da capital federal, como EPNB (Estrada Parque Núcleo Bandeirante), além da EPTG. De acordo com o DER, a faixa exclusiva só voltará a sua restrição quando o trânsito se normalizar na via.

Leia mais notícias no R7 DF


Protesto fecha uma das principais vias do DF e provoca caos no trânsito

Os manifestantes atearam fogo em pneus para interditar as pistas que dão acesso ao Plano Piloto, e usaram pedaços de madeira e pedras para impedir a passagem de veículos. As vias marginais das pistas também foram bloqueadas para evitar que os motoristas as utilizem como rotas de fuga.


Segundo a Administração Regional da Estrutural, o protesto foi motivado porque os moradores do Setor de Chácaras Santa Luzia, área ocupada irregularmente, não poderá ser regularizada pelo GDF (Governo do Distrito Federal) por se tratar de uma área de proteção ambiental.

A administração explicou que não há nenhuma previsão de derrubadas para esta segunda-feira, mas disse que na última quinta-feira (20) a Seops (Secretaria de Ordem Pública e Social) esteve no local e derrubou algumas construções. Pelo menos 1.500 pessoas vivem na região e dizem que não têm para onde ir.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.