Brasília Estações do Metrô de Brasília terão guarda-chuvas compartilhados

Estações do Metrô de Brasília terão guarda-chuvas compartilhados

Serão utilizados objetos esquecidos nos trens e nas estações que não procurados pelos donos

  • Brasília | Marcela Cunha*, do R7, em Brasília

Objetivo do projeto é oferecer mais conforto aos passageiros no período de chuvas

Objetivo do projeto é oferecer mais conforto aos passageiros no período de chuvas

Reprodução/Metrô-DF

O Metrô-DF (Companhia do Metropolitano do Distrito Federal) lançou nesta quinta-feira (11) a segunda edição do Projeto Guarda-Chuva Compartilhado. Com o objetivo de emprestar objetos que foram esquecidos nos trens e nas estações, o projeto oferece mais conforto ao usuário durante o período de chuvas.

Serão destinados ao projeto 125 guarda-chuvas esquecidos nos trens e nas estações que não foram recolhidos pelos seus respectivos donos no prazo de 180 dias, período em que um objeto esquecido pode ficar armazenado nos achados e perdidos. Após esse tempo, o objeto pode ser doado, reciclado ou direcionado para descarte ambientalmente correto.

Objetos compartilhados foram esquecidos nas estações e trens

Objetos compartilhados foram esquecidos nas estações e trens

Reprodução/Metrô-DF

Os guarda-chuvas ficarão expostos em três estações: Terminal Samambaia, Ceilândia Centro e Galeria. Nesta quinta-feira (11), os guarda-chuvas já foram deixados nas estações de Samambaia e Galeria. Na sexta-feira (12), as estações Ceilândia Centro também contarão com os objetos.

“Queremos chamar a atenção para a necessidade de compartilhar o objeto. Ou seja, usar e depois devolver nas estações para que outros passageiros também possam se beneficiar. Além disso, é importante alertar para que as pessoas busquem seus objetos perdidos no Metrô-DF”, explica Letícia Divina, gerente de Projetos Especiais.

A campanha é inspirada em cena do filme Between Showers (traduzido como Dia Chuvoso), protagonizado pelo personagem Carlitos, interpretado por Charlie Chaplin.

*Estagiária sob supervisão de Fausto Carneiro.

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