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Fim da escala 6x1: governo descarta subsídio para bancar redução de jornada, diz ministro

Luiz Marinho diz que produtividade, e não auxílio financeiro do governo, deve bancar medida

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Luiz Marinho afirma que não haverá compensação financeira para empresas na redução da jornada de trabalho.
  • Ganho de produtividade e melhorias no ambiente de trabalho são prioridades, não subsídios governamentais.
  • Um projeto de lei sobre a redução da jornada pode ser enviado com urgência ao Congresso.
  • Marinho acredita que é viável reduzir a carga de 44 para 40 horas semanais, atendendo ao sonho de muitos trabalhadores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Marinho diz que redução da jornada não faz sentido com incentivos fiscais Paulo Pinto/Agência Brasil - 3.3.2026

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta terça-feira (3) que não há ninguém no governo federal pensando em compensar as empresas por redução de jornada caso chegue ao fim a escala de trabalho 6x1. Segundo ele, o ganho viria por aumento de produtividade e do ambiente de trabalho.

“Eu acho que não tem ninguém no governo pensando nisso [compensar empresas]. O pressuposto da compensação é ganho de produtividade. A redução da jornada tem que vir com ganho de produtividade. Não faz sentido, na minha opinião, pensar em incentivos fiscais para a redução da jornada de trabalho”, completou.


Marinho afirmou que o governo não descarta enviar um projeto de lei com urgência constitucional para o Congresso sobre o tema.

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Segundo ele, a redução da jornada é uma necessidade que está, de certa forma, precificada pelo mercado. “Tem muita diferença de segmento para segmento. Mas acredito que o debate da redução da jornada é uma necessidade, e eu costumo dizer que ela está relativamente precificada pela economia”, afirmou.


O ministro repetiu que acredita ser plenamente possível reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas.

Segundo ele, se as empresas já têm interesse em reduzir a jornada, elas deveriam buscar os sindicatos e se adiantar ao Congresso.


“Nesta fase, eu acredito, sinceramente, que é plenamente possível reduzir a jornada máxima de 44 a 40 horas semanais, e, portanto, isso levará à condição de acabar para 6 por 1, que é o grande sonho de milhões e milhões de trabalhadores e trabalhadoras”, declarou.

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