Flávio diz que condenação de Bolsonaro é ‘absurda’ e defende prisão domiciliar
Senador citou preocupações com saúde do pai e disse ‘não temer’ represália de Moraes por convocar ato religioso
Brasília|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou nesta terça-feira (25) a condenação definitiva por golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Foi absurdo. Deveria ter sido colocado na prisão domiciliar, o mínimo. Onde ele tem cuidados permanentes, de verdade, de familiares”, disse, ao comentar a nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Nesta tarde, Moraes confirmou a condenação a 27 anos de prisão contra Bolsonaro, o que foi questionado por Flávio: “Não existe mais um juiz, existe um perseguidor”.
Leia Mais
O senador ainda disse não temer se tornar alvo de algum tipo de represália de Moraes por ter feito convocação a uma vigília na casa do ex-presidente.
O ato, divulgado por Flávio, foi citado na primeira decisão de Moraes pela prisão preventiva de Bolsonaro. O magistrado considerava risco de fuga.
Anistia pelo 8/1
Após visitar o pai na prisão na manhã desta terça-feira (25), Flávio pressionou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para a votação do projeto da anistia.
Segundo o parlamentar, a análise do projeto já havia sido conversada com ambos “por ocasião, inclusive, das eleições deles para a presidência das Casas”.
O senador também disse que o pai, a todo momento, tenta se defender e questiona por que está preso. “Meu governo fez uma transição tranquila. Logo depois da eleição, eu falei que iam sentir saudade de nós, que os métodos que a gente tem que usar são diferentes dos da esquerda, que são depredação de patrimônio público, fazer desordem”, teria dito o ex-presidente ao filho.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp















