Gilmar Mendes: atuação de Lewandowski em ministério foi marcada pelo enfrentamento ao crime
Gilmar Mendes elogia Lewandowski pelo combate ao crime organizado e pela PEC da Segurança Pública, antes de sua exoneração
Brasília|Do Estadão Conteúdo
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O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicou uma postagem neste sábado (10), em que registra “reconhecimento” a Ricardo Lewandowski como ministro da Justiça e Segurança Pública e disse que o “enfrentamento ao crime organizado” marcou a sua gestão.
“A atuação do Ministro Ricardo Lewandowski à frente do Ministério da Justiça foi marcada pelo fortalecimento do enfrentamento ao crime organizado, ancorado em planejamento, inteligência policial e cooperação entre instituições, reafirmando a centralidade do Estado de Direito na política de segurança pública”, escreveu Gilmar na rede social X.
O magistrado prosseguiu: “Durante sua gestão, a Polícia Federal conduziu operações de grande relevância contra facções criminosas e esquemas de lavagem de dinheiro e fraudes no setor de combustíveis, como as operações Tank, Quasar e Carbono Oculto atingindo diretamente as engrenagens econômicas que sustentam o crime organizado”.
Na sequência, Gilmar mencionou a proposta de emenda à Constituição que integra as forças de segurança entre os níveis federal, estadual e municipal, conhecida como “PEC da Segurança”. A proposta ainda não foi aprovada pelo Congresso Nacional.
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“No plano institucional, sua passagem pelo Ministério será lembrada pela apresentação da PEC da Segurança Pública e do projeto de lei antifacção, iniciativas voltadas ao fortalecimento da coordenação federativa e ao aprimoramento dos instrumentos de combate ao crime organizado. Registro meu reconhecimento ao Ministro Ricardo Lewandowski pelos relevantes serviços prestados ao país”, escreveu.
Conforme o Broadcast Político mostrou, Lewandowski apresentou a sua carta de demissão a Lula na quinta-feira (8) e foi exonerado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira (9). Lewandowski assumiu o cargo em fevereiro de 2024, depois de ter deixado a sua cadeira no STF. Seu substituto interino será Manoel Carlos de Almeida Neto, antes secretário-executivo da pasta.
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