Haddad diz que governo agiu bem para conter diesel em meio a pressão de caminhoneiros
Medidas do governo reduziram parte da alta do diesel, mas aumento nas refinarias mantém risco de paralisações no setor
Brasília|Do Estadão Conteúdo
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Ao falar sobre economia durante encontro com jornalistas em São Paulo em que oficializa a sua pré-candidatura ao Governo de São Paulo, o agora ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad disse nesta sexta-feira (20) que o governo federal atuou corretamente sobre os combustíveis até aqui.
“Estamos vivendo um momento dramático promovido pelos Estados Unidos. Avalio que a guerra foi outro tiro no pé dos Estados Unidos. Antes houve o tarifaço”, afirmou, emendando que o Brasil soube operar muito bem politicamente com o governo norte-americano sobre o tarifaço.
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O governo federal implementou nos últimos dias medidas que visam conter aumentos nos preços dos combustíveis em decorrência da alta no preço do petróleo por conta da guerra no Irã.
Para tentar conter os impactos, o governo zerou tributos como PIS/Cofins sobre o diesel, medida que reduz o preço em cerca de R$ 0,32 por litro.
No entanto, a Petrobras anunciou aumento de aproximadamente R$ 0,38 nas refinarias, o que, na prática, ainda resulta em alta para o caminhoneiro — embora menor do que seria sem a desoneração. Assim, mesmo com a atuação do governo, o combustível segue pressionando os custos do setor.
Sobre o aumento dos combustíveis, Haddad disse que o governo Lula pode arcar com 50% do ICMS dos Estados. “Haverá aumento da arrecadação de royalties de petróleo e vai ajudar os Estados”, destacou.
De acordo com Haddad, só houve aumento do diesel na Petrobras, mas que foi compensado pela isenção do PIS/Cofins.
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