Haddad diz que ainda não definiu vice, mas menciona Alckmin, Tebet e Marina para o Senado
Nas mídias sociais, petista divulgou que vai concorrer às eleições deste ano e disse que entra no pleito ‘para ganhar’, não ‘barganhar’
2026|Do R7, com Estadão Conteúdo
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O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou, nesta sexta-feira (20), que ainda não decidiu quem será o vice dele na chapa. Apesar disso, mencionou nomes como o do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSD) e dos ministros Simone Tebet (MDB), Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede), como possíveis postulantes ao Senado.
Mesmo assim, Haddad reforçou que terá de conversar melhor com os aliados. “Evitei falar com forças políticas de nosso campo até consolidar a pré-candidatura”, afirmou o petista, durante evento com jornalistas, em São Paulo.
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A ideia do político é procurar quem esteve com ele em 2022 e quem esteja desgostoso com a situação atual do estado de São Paulo. Em outro momento do evento, o ex-ministro insistiu que não falaria sobre possíveis vices para a chapa, por enquanto. “Não vou antecipar isso porque não iniciei as conversas”, reforçou.
Haddad também disse esperar debates de alto nível e leves durante a campanha. Nas mídias sociais, ele escreveu que entra no pleito para vencer, bem como atribuiu uma eventual vitória à “cara limpa” e a um “bom projeto”. “A maneira correta de se fazer uma eleição é ir para o embate, para ganhar”, publicou.
Após a confirmação da candidatura do político nessa quinta-feira (19), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou a saída de Haddad do Ministério da Fazenda. Em decreto publicado no Diário Oficial da União na manhã seguinte, o presidente nomeou Dario Durigan — que até então ocupava a função de secretário-executivo — para assumir o comando da pasta.
‘Sacrifício’
Ainda no evento, Haddad afastou a ideia de que entrou na corrida eleitoral como parte de uma negociação política. “Não disputo eleição para barganhar o que quer que seja. Disputo eleição para ganhar. E é como vou disputar esta [de 2026]”, ressaltou.
O ex-ministro acrescentou que uma vitória política depende da apresentação de propostas consistentes e da capacidade de mobilizar a população. Por fim, rebateu interpretações de que a pré-candidatura representou um “sacrifício” e a classificou, na verdade, como “uma oportunidade”.
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